A ciência secreta da Suástica

Os símbolos são sinais visíveis das realidades invisíveis. A suástica é um símbolo antigo que foi usado em diferentes civilizações em quase todas as partes do mundo, desde o início da civilização humana. Apesar de suas conotações controversas modernas devido à sua apropriação indevida como símbolo do nazismo, o símbolo ainda mantém o mais alto valor espiritual para hindus, budistas e jainistas.

A suástica é vista universalmente em termos de tempo e direções do espaço, manifestando-se como ciclos de existência a partir de um eixo central. Ela representa fohat, a eletricidade cósmica, e os seus quatro braços significam rotação e movimento contínuo das forças invisíveis do universo e do ciclo do tempo.

O movimento da suástica no sentido horário representa as forças dinâmicas da criação e portanto, esse movimento simboliza o grande processo de transformação que produz o mundo em que vivemos, aquilo que os astrofísicos chamam de expansão do universo. Quando a suástica é representada girando na direção oposta, ela simboliza as forças de contração ou destruição que provocam o fim de um mundo quando ele completa a sua evolução.

Leitura:

-Helena P. Blavatsky (1888): The secret doctrine.

– The science & heritage initiative (2016):Exploring the pattern and ideogram of swastika. A universal principle of sustainability. Indian Institute of Technology Kharagpur.

-Hansard Crabb (1985). Implosion. Viktor Schauberger and the path of natural energy.