A ciência secreta da antigravidade

A busca pelo domínio da gravidade e pela capacidade de flutuar livremente no espaço é um dos anseios mais antigos da humanidade. Embora a antigravidade existisse como conhecimento desde os primórdios da civilização, frequentemente associada a relatos mitológicos, monumentos megalíticos impossíveis e textos antigos que descrevem veículos voadores extraordinários , só recentemente ela adquiriu uma forma cientificamente teórica. No entanto, o desenvolvimento dessa física heterodoxa seguiu um caminho tortuoso.

A tecnologia relevante para a manipulação da gravidade, embora muito impressionante e funcional em experimentos laboratoriais isolados, permaneceu à margem da ciência convencional por motivos obscuros, que flertam com o sigilo militar, o protecionismo econômico da indústria de combustíveis fósseis e o dogmatismo acadêmico. Para compreender como a antigravidade opera de forma prática, é necessário primeiro desconstruir a visão ortodoxa da gravidade e resgatar conceitos perdidos na transição para a física do século XX.

A gravidade é classicamente definida como uma força física fundamental que rege a atração entre massas. A teoria da gravidade newtoniana pressupõe que a gravidade se propaga instantaneamente através do espaço vazio, ou seja, acredita-se que seja uma forma de ação à distância. Se o Sol desaparecesse instantaneamente, a Terra, segundo a mecânica de Isaac Newton, sairia de sua órbita no mesmo milésimo de segundo. No entanto, o próprio Newton não estava confortável com a ideia de um vácuo absoluto transmitindo forças. Havia a ideia, defendida por ele e seus contemporâneos, de um éter onipresente preenchendo o espaço absoluto. Newton chegou a sugerir que a causa última e a manutenção da gravidade deveriam ser uma agência espiritual ou um meio sutil e invisível que empurrava os corpos uns contra os outros.

Ao contrário da relatividade geral de Albert Einstein, que substituiu o éter pela ideia de que a gravidade é a curvatura do tecido tridimensional do espaço-tempo causada pela massa, a física da antigravidade segue uma linha diferente. Para os pesquisadores dessa vertente, a gravidade é puramente um efeito de campo de força, o que dispensa completamente o conceito abstrato de curvatura do espaço. O espaço não se dobra; ele é preenchido por um meio dinâmico.

O éter tem uma função indispensável nos fenômenos da gravidade universal, inércia, momento e movimento dos corpos celestes, assim como em toda a matéria atômica e molecular. Sob essa perspectiva, inspirada em grande parte pelos trabalhos de Nikola Tesla, a matéria é inerentemente passiva: não há energia na matéria além daquela recebida do meio ambiente. O átomo não é um motor autossustentado de energia, mas um receptor que canaliza as forças do éter que o circunda.

O elo perdido para a engenharia da levitação reside na unificação das forças. A eletrogravidade é um termo para o fenômeno que sugere a produção de uma força antigravitacional através da interação de um campo elétrico de alta voltagem com a massa, apontando para uma ligação direta e indissociável entre o eletromagnetismo e a gravidade.

Diferente do modelo padrão da física, que trata a gravidade como uma força isolada e incomensuravelmente mais fraca que a força eletromagnética, a eletrogravidade propõe que a gravidade não seria uma força fundamental de atração, mas sim uma força secundária e centrípeta, intimamente ligada ao campo eletromagnético. Na verdade, os campos de força, como a gravidade e o eletromagnetismo, não são entidades separadas que operam no vácuo; eles são simplesmente formas diferentes de éter ou campo de ponto zero em movimento. O efeito, a oscilação e o fluxo que ocorrem dentro desse meio hiperdenso são a fonte ativa para a gravidade e a razão direta para a sua existência.

Para entender a engenharia por trás disso, pode-se estabelecer uma analogia direta: assim como a carga elétrica é um gradiente (uma diferença de pressão) no éter, a força gravitacional é, essencialmente, um gradiente de carga elétrica em escala atômica. Isso significa que, se o gradiente etérico for propositalmente alterado ao redor de um átomo, através de campos eletromagnéticos rotativos, correntes de alta frequência ou potenciais eletrostáticos extremos, a força da gravidade que atua sobre aquele átomo também mudará. Ao modificar o estresse do éter ao redor de um objeto, altera-se o seu peso e a sua inércia.

A aceitação dessa dinâmica revela que a natureza não é unidirecional. Juntamente com a gravidade (a força compressiva e descendente), existe um princípio de levitação que opera ativamente na natureza, governando todo o movimento ascendente da energia, desde o crescimento das plantas contra a gravidade até a expansão térmica e os fluxos plasmáticos no cosmos. A gravidade e a levitação são os polos positivo e negativo do mesmo fenômeno respiratório do éter cósmico.

A pesquisa moderna em antigravidade, que remete aos experimentos de Thomas Townsend Brown com seus capacitores de alta voltagem, o efeito Biefeld-Brown, e aos estudos de cientistas que investigam supercondutores rotativos, sugere que ela não é uma impossibilidade matemática, mas sim um fenômeno simples e prático, essencial para a próxima etapa de interação da humanidade com a natureza.

A compreensão definitiva de que campos de força como a gravidade e o eletromagnetismo são apenas diferentes formas do Éter/Campo de Ponto Zero em movimento abre caminho para um futuro revolucionário. Um futuro onde a antigravidade desempenhará um papel dominante, tornando obsoletos os métodos atuais de propulsão por queima de combustíveis químicos, permitindo viagens espaciais silenciosas, rápidas e sem atrito, e inaugurando uma nova era de energia livre e locomoção global.

Leitura:

  • Walter Russell (1947). The secrets of light.
  • Kozyrev, N.A. (1971). On the Potential for Experimental Investigation of the Properties of Time.
  • John Davidson (1989). The Secret of the Creative Vacuum.
  • Akimov, A.E. and Shipov, G.I. (1996). Torsion Fields and their Experimental Manifestations.
  • Olaf Alexandersson (1996). Living Water: Viktor Schauberger and the secrets of natural energy.
  • Paul LaViolette (2003). Subquantum Kinetics: A systems approach to physics and cosmology.
  • Paulo N. Correa e Alexandra N. Correa (2003). Experimental Aetherometry.
  • Paul LaViolette (2004). Genesis of the Cosmos: The ancient science of continuous creation.