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  • Como a energia do coração afeta a realidade

    Como a energia do coração afeta a realidade

    Evidências científicas sugerem que as energias variadas produzidas pelo organismo humano resultantes de estados coerentes dentro do coração podem ter um efeito profundo em sua própria realidade física, bem como na realidade física de outros. O coração se comporta como se tivesse uma mente própria, enviando mensagens significativas para o cérebro, onde essas mensagens afetam as percepções, o comportamento e o desempenho de uma pessoa. O coração gera o maior campo eletromagnético do corpo e esse campo elétrico é cerca de 60 vezes maior em amplitude do que as ondas cerebrais registradas em um eletroencefalograma.

    Este campo eletromagnético pode ser detectado e medido a vários metros de distância do corpo de uma pessoa e entre dois indivíduos próximos. O processamento emocional central é alterado por informações aferentes do coração que influenciam significativamente a atividade cortical relacionada a atividade perceptiva e o processamento mental. As emoções positivas produzem cargas elétricas que emitem vibrações mais rápidas e de frequência mais alta. Os ritmos cardíacos, que são grandemente influenciados pela emoção, produzem variações energéticas e ondas eletromagnéticas, que podem ser detectadas não apenas pelo cérebro do indivíduo, mas pelos cérebros e sistemas nervosos das pessoas próximas.

    A matriz criativa divina, o campo que nos conecta com tudo, também chamado de campo morfogenético, quântico ou unificado, reconhece as vibrações eletromagnéticas do nosso coração a partir dos nossos sentimentos ou de uma oração cheia de emoção. Quando os sistemas mentais e emocionais estão sincronizados, temos um acesso maior a toda a nossa gama de potenciais e uma capacidade maior de manifestar as nossas visões e objetivos. E nesse sentido, com uma mudança no campo eletromagnético de um átomo por meio dos nossos sentimentos, somos capazes de influenciar a matéria na qual o nosso corpo e o nosso ambiente consistem.

    Leitura:

    -Lacey, B. C., & Lacey, J. I. (1978). Two-way communication between the heart and the brain: Significance of time within the cardiac cycle. American Psychologist, 33(2), 99-113.

    -Valerie V. Hunt (1996). Infinite Mind: Science of the Human Vibrations of Consciousness. Malibu Pub; 2 edition.

    -McCraty, R. (2003). The energetic heart: bioelectromagnetic interactions within and between people. Institute of HeartMath.

    -Gregg Braden (2008). A Matriz Divina: Uma Jornada Através do Tempo, do Espaço, dos Milagres e da Fé. Cultrix; Edição: 1ª.

    -McCraty, R. et al. (2012). The Global Coherence Initiative: Creating a Coherent Planetary Standing Wave. Global advances in health and medicine, 2(1): 64-77.

    -McCraty, R., Atkinson, M., Tomasino, D., and Tiller, W. (2013). The Electricity of Touch: Detection and measurement of cardiac energy exchange between people. HeartMath Institute.

    -Neville Goddard (2016). O sentimento é o segredo. Clube de Autores.

    -McCraty, R. (2016). Science of the Heart: Exploring the Role of the Heart in Human Performance. Volume 2. HeartMath Institute.

  • Música xamânica em 432 Hz | Reconexão com Gaia

    Música xamânica em 432 Hz | Reconexão com Gaia

    Nas cosmologias antigas, a cura consiste em retornar à totalidade, facilitar o retorno à harmonia e equilibrar a inter-relação dinâmica, a interconexão de tudo, entre o indivíduo (corpo, emoções, pensamentos e espírito), a natureza e o próprio cosmos. A crença no poder da música é universal. A música está identificada com as crenças da criação e tem sido usada para oração e cura nas antigas tradições místicas e indígenas ao longo do tempo e das culturas. Xamãs, filósofos e místicos consideram a música um equilíbrio, uma união e uma força curativa. Sons sagrados e a música foram acompanhados pela oração relacionada aos domínios da alma ou do espírito e usados para facilitar a cura.

    Várias tribos nativas americanas acreditam que este mundo foi cantado em existência por canções sagradas, onde tudo é criado a partir do som sagrado, tudo é sagrado, tudo está vivo com espírito e seu próprio som. A teoria das cordas já pôde descrever a nossa realidade física como pequenas cordas de vibração, onde a sua velocidade e densidade cria a percepção da matéria e da forma. Como o som sagrado faz parte das crenças da criação e é aquele do qual todas as coisas são feitas, segue-se que o som sagrado pode facilitar a cura, o retorno ao equilíbrio e inteireza da harmonia, à unidade sagrada. A flauta em muitas histórias, lendas e tradições antigas tem sido associada à magia, misticismo e capacidade de transformação.

    No mito, na lenda e na prática, a flauta dos nativos americanos é descrita em termos de santidade, cura, transformação e amor, está imbuída dos sons e do poder de todos os seres vivos e expressava o mistério divino e a beleza do amor. Nas antigas tradições espirituais indígenas e místicas, as crenças incluem também o poder do canto sagrado, que é usado para manter e restaurar o equilíbrio da harmonia quando ela se desequilibra. Curar com canções e orações significa manter em harmonia algo tão vasto quanto o cosmos, como também cada indivíduo. Nesse sentido, o próprio cosmos canta e como as “canções sagradas” trouxeram este mundo à existência, a música também é necessária para manter o cosmos em equilíbrio e harmonia, em sua totalidade interconectada e inter-relacionada.

    Leitura:

    -Densmore, F. (1936). The American Indians and their music. The Woman’s Press, New York.

    -Bell, R. H & Battin, B. L. (1995). Seeds of the spirit: Wisdom of the twentieth century.

    -Wiand, L. L. (2014). The effects of sacred/shamanic flute music on trauma and states of consciousness. Subtle energies & enegy medicine, 17(3): 249-284.

  • Como a música influencia a sua mente

    Como a música influencia a sua mente

    A tremenda potência da música para afetar a consciência, para mover as almas e os corpos das pessoas já foi reconhecida desde tempos imemoriais. Os filósofos gregos antigos associavam a música à cura física e emocional, pois eles viam a psique humana como propensa a influências emocionais perigosas e a música “adequada” harmonizava a psique com a razão.

    Pesquisas indicam que a música estimula as emoções através de circuitos cerebrais específicos e que a música também tem o poder de mudar as percepções, a fisiologia e de elevar a consciência espiritual. A neuroplasticidade é conhecida como a capacidade do cérebro de se reorganizar, formando novas conexões neurais ao longo da vida, e pode ser bastante afetada pela harmonia da música. Dessa maneira, a música pode fornecer os estímulos para criar esses novos caminhos e para ajudar o cérebro a se reconectar e a encontrar caminhos alternativos para as memórias, as emoções e para até sistemas físicos como a fala. A frequência predominante com a qual o cérebro está ressoando em qualquer momento específico está associada a um estado de espírito. Assim diminuir as ondas cerebrais com batidas sonoras específicas, leva o cérebro a se reconhecer em um nível mais alto quando os dois hemisférios se comunicam.

    O tecido microscópico do nosso universo é um labirinto multidimensional ricamente entrelaçado, dentro do qual as cordas do universo se torcem e vibram infinitamente, batendo ritmicamente as leis do cosmos. O que chamamos de matéria é energia, cuja vibração foi tão reduzida a ponto de ser perceptível aos sentidos. E assim, nós somos som e ondas de luz desacelerados, um conjunto de frequências sintonizadas no cosmos. Em outras palavras, o universo é uma sinfonia de cordas vibrantes e nós não somos mais que a música cósmica tocada em cordas e membranas vibrantes. A música é a voz da energia primordial e assim, quando ela é inspirada e composta com a intenção de promover o amor e a paz interior, ela desperta a mente e abre o coração e pode levar a cura emocional e física individual, bem como a conquista da paz planetária.

    Leitura:

    -Michael Harner (1990). The way of the shaman. HarperOne; Anniversary edition.

    -Michio Kaku & Jennifer T. Trainer (1995). Beyond Einstein: The Cosmic Quest for the Theory of the Universe. Anchor; Revised, Updated, Subsequent edition.

    -Robert Becker & Gary Selden (1998). The Body Electric: Electromagnetism And The Foundation Of Life. William Morrow Paperbacks; 1 edition.

    -Ramey, M. (2005). Music and the human brain.

    -Kent, D. (2006). The Effect of Music on the Human Body and Mind. Liberty University.

    -Zhuang, T. et al. (2009). A Study of Brainwave Entrainment Based on EEG Brain Dynamics. Computer and information science, 2(2): 80-86.

    -Perlovsky, L. (2010). Musical emotions: Functions, origins, evolution. Physics of life reviews, 7: 2-27.

    -Persinger, M. et al. (2010). The Electromagnetic Induction of Mystical and Altered States within the Laboratory. Journal of consciousness exploration & research, 1(7): 808-830.

    -Edward Foley (2015). Music and spirituality. Religions. Trimble, M. & Hesdorffer, D. (2017). Music and the brain: the neuroscience of music and musical appreciation. Bjpsych international, 14(2): 28-30.

  • Como a consciência coletiva cria a realidade

    Como a consciência coletiva cria a realidade

    Na tradição ocidental, encontramos ideias sobre um “campo da consciência”, uma mente universal que está ao nosso redor como um campo magnético, um campo que é impossível delinear, mas que no entanto, ajuda tanto a guiar o nosso comportamento quanto a determinar o próximo movimento da nossa atenção.

    Na filosofia indiana, encontramos o termo Akasha que significa “éter”, o primeiro e mais fundamental dos cinco elementos subjacentes a todas as coisas e que se torna todas as coisas. O conceito antigo do Akasha está presente nas ciências modernas de hoje, conhecido como o vácuo quântico. Este vácuo seria um plenário cósmico ativo e fisicamente real, transmitindo não apenas a luz, a gravitação e a energia em suas várias formas, mas também informações. Essa “informação” poderia ser uma forma de mente universal, uma consciência coletiva, e o vácuo quântico seria o mecanismo de informação holográfica que registra a experiência histórica da matéria, mas também os nossos potenciais de transcendência no futuro. Todos os indivíduos teriam acesso a essa mente já que o observador e o observado seriam encontrados dentro da mesma dinâmica de interação própria de um campo unificado; e esse seria portanto tanto um campo de subjetividade quanto de objetividade.

    Assim, a consciência poderia ser um fenômeno de campo que tece toda a vida em um único tecido e os campos seriam regiões de influência não materiais que servem como um meio para “ação à distância”. O que conhecemos como “realidade” é criada pelo pensamento e pela consciência em todos os níveis da vida universal, desde a fonte até a consciência coletiva dos seres criados. A forma e a substância são compostas de partículas que assumem padrões específicos e são o resultado de concentrações de energia que emergem e desaparecem de volta ao campo quântico eletromagnético; um nó de energia que é uma espécie de defeito no continuum do campo quântico que é percebido por uma mente consciente.

    Leitura:

    -Joseph Murphy (1988). The Cosmic Power Within You. Prentice Hall Press.

    -Elgin, D. (1997). Collective Consciousness and cultural healing. Fetzer Institute.

    -Rupert Sheldrake (2009). Morphic resonace: the nature of formative causation. Park Street Press; 4th Edition, Revised and Expanded Edition of A New Science of Life edition.

    -Joseph, R. (2015). Quantum Physics of God: How Consciousness Became the Universe and Created Itself. Cosmology.

    -Nader, T. (2015). Consciousness is all there is: A mathematical approach with applications.

    -Joe Dispenza (2018). Quebrando o hábito de ser você mesmo: Como desconstruir a sua mente e criar uma nova. Citadel Editora; Edição: 1.

    -Meijer, D. K. F. (2018). Universal Consciousness: Collective Evidence on the Basis of Current Physics and Philosophy of Mind.

  • Gaia | A consciência em ascensão do planeta terra

    Gaia | A consciência em ascensão do planeta terra

    Neste século, duas ideias-chave emergiram do pensamento científico que sustentam a visão de nós mesmos como parte da Terra. Gaia como o princípio da animação da Terra pode aparecer em diferentes formas relacionadas a uma dada imagem cultural do mundo. Ela pode ser uma imagem mítica, xamânica, religiosa, geomântica ou científica do mundo. Gaia seria a vida, seria tudo, a alma da terra, uma entidade que, em todos os aspectos, habita o planeta, oferecendo vida e nutrição a todos os seus filhos. Nesse sentido, Gaia representa a esfera de consciência do planeta Terra, que incorpora o príncipio da vida do nosso planeta. E assim, toda a Terra estaria consciente, ou mais precisamente, estaria no processo de se tornar autoconsciente, e nós coletivamente seríamos essencialmente esse processo.

    Os alquimistas, tentando libertar o espírito da matéria, desenvolveram o conceito da Anima Mundi, a Alma do Mundo, que se expandiu para à imagem de Gaia como um organismo vivo. O sentido de uma terra viva, desfrutada e praticada por culturas anteriores, não industriais, nasceu da experiência viva e da proximidade com a natureza que a nossa cultura deixou de lado. Os antigos mestres eram observadores cuidadosos do mundo natural e sabiam que as montanhas, os rios, a chuva, as nuvens, a água e o fogo são todas entidades vivas que possuem uma consciência.

    Se Gaia é uma ideia espiritual importante para o nosso tempo, então devemos lembrar que uma ideia espiritual não é algo em que pensamos, mas algo que nos habita e nos molda. Uma ideia espiritual é a encarnação de uma maneira profunda, que só se torna viva quando é incorporada em nossas vidas através da prática e da reflexão, uma parte da fundação e da arquitetura de nossas vidas. Podemos olhar para a própria vida como sendo sagrada e ver a possibilidade da força maior da vida agindo através de nós em nosso trabalho para a recuperação da Terra. Essa “espiritualidade centrada na vida” pode ser uma fonte importante de inspiração para enfrentar e responder aos problemas do nosso mundo.

    Leitura:

    -Black Elk (1971). The Sacred Pipe: Black Elk’s Account of the Seven Rites of the Oglala Sioux, rec. and ed. Joseph Epes Brown . Baltimore: Penguin Books.

    -Lovelock, J. and Margulis, L. (1973). Atmospheric homeostasis by and for the biosphere: the Gaia hypothesis. Tellus 26:2.

    -Margulis, L. (1998). Symbiotic Planet: A New Look at Evolution. London: Weidenfeld & Nicolson.

    -Lovelock, J. (2000). Gaia: A New Look at Life on Earth. Oxford: Oxford University Press. -Prakash, R. (2001). Earth lives.

    -Pittkänen, M. (2011). Magnetospheric Consciousness.

  • O efeito Schumann | O fenômeno UFO

    O efeito Schumann | O fenômeno UFO

    O registro de objetos aéreos misteriosos remonta ao alvorecer da história escrita por diferentes culturas ao redor do mundo. Cientistas sugerem que as modulações do campo magnético da terra causadas por perturbações geomagnéticas têm um efeito sobre a consciência humana, e assim, os efeitos das ressonâncias de Schumann no cérebro poderiam levar a experiências paranormais como o avistamento de OVNIs, abdução e outras experiências psicofísicas anômalas. A atividade cerebral associada à consciência responde às mudanças sutis na atividade geomagnética. Um sinal eletromagnético externo local (fora do corpo), desde que seja mais forte do que as nossas ondas cerebrais, inicia um efeito de ressonância onde o cérebro se fixa e ressoa nessa frequência.

    Pesquisas demonstram que cristais magnéticos minúsculos, a magnetita biogênica, torna o ser humano altamente sensível às flutuações do campo eletromagnético. O inconsciente humano, em resposta à exposição a um campo eletromagnético específico, produziria estados alterados de consciência levando a percepções de interação com alienígenas e ovnis. A magnetita biogênica é encontrada principalmente no cérebro e além disso, ela está presente na glândula pineal de humanos e animais, sendo essa glândula altamente sensível a energia eletromagnética. No nível biológico molecular, as únicas forças significativas são eletromagnéticas. Cada célula do corpo é um transmissor e receptor de informações eletromagnéticas. Várias células e tecidos são condutores (permitem o fluxo de elétrons), isoladores (inibem), semicondutores (fluxo de elétrons em apenas uma direção), capacitores (acumulam e armazenam a carga, depois liberam). Assim, a magnetita pode atuar como um transdutor ligando a atividade eletromagnética do ambiente à função celular.

    Além disso, pesquisadores sugerem que as experiências com OVNIs podem ser uma forma de compartilhamento de imagens mentais induzidas por encontros com plasmóides gerados durante a atividade tectônica. Os plasmoides seriam um tipo de uma nave espacial viva que extrai a sua energia do meio ambiente e a atividade tectônica seria uma fonte excelente de energia metabólica para o seu funcionamento.

    Leitura:

    -Persinger, M. A., Derr, J. S. (1989). Geophysical Variables and Human Behavior: XIX. Strong Temporal Relationships between Inclusive Seismic Measures and UFO Reports within Washington State. Perceptual and Motor Skills, 59(2).

    -Albert Budden (1998). Electric Ufos: Fireballs, Electromagnetics and Abnormal States. Diane Pub Co.

    -Robert O. Becker & Gary Selden (1998). The Body Electric. William Morrow; 1st Quill Ed edition.

    -Pittkänen, M. (2006). Ufos, Aliens, and the New Physics. Department of Physical Sciences, High Energy Physics Division. University of Helsinki, Finland.

    -Miller, I., Lonetree, B. (2013). The Sedona Effect: Correlations between Geomagnetic Anomalies, EEG Brainwaves & Schumann Resonance. Journal of Consciousness Exploration & Research, 4(6): 630-656.

  • O poder cósmico da crença na criação da sua realidade

    O poder cósmico da crença na criação da sua realidade

    Através da conexão que une todas as coisas, os cientistas mostraram que as ondas e partículas de energia que compõem o universo respondem e se ajustam às expectativas, julgamentos e crenças que criamos sobre o nosso mundo. Embora muitas pessoas tenham uma crença baseada em uma certa base teológica ou em certos dogmas eclesiásticos, elas não têm um aspécto produtivo que as ajude a tornar as suas vidas significativas. A crença real não se refere a dogmas, doutrinas, tradições, rituais, cerimônias ou quaisquer crenças religiosas específicas. Ela pode ser considerada uma atitude mental, um certo modo de pensar, uma diretriz, uma suposição espiritual.

    O universo físico é um campo de informação intangível, coerente e unificado que é potencialmente tudo e fisicamente nada. O corpo físico consiste em padrões organizados de energia e informação, unidos a tudo no campo quântico. Tudo que é material irradia constantemente padrões específicos de energia que transportam informações. Uma vez que os nossos pensamentos são em si energia, os impulsos elétricos que o cérebro emite, são um dos meios mais importantes para enviar sinais para o campo. Todas as experiências potenciais existem como assinaturas eletromagnéticas no campo quântico e assim existem inumeráveis assinaturas eletromagnéticas em potencial.

    Dessa forma, assim como as ondulações em um lago, as nossas “ondas de crença” ondulam através do tecido quântico do universo para se tornarem tudo o que experenciamos na vida.

    Leitura:

    -Joseph Murphy (1972). The Miracle of Mind Dynamics: Use Your Subconscious Mind to Obtain Complete Control Over Your Destiny. Prentice Hall Press.

    -Charles Wentworth Littlefield (1995). Man, Minerals and Masters. Kessinger Publishing.

    -Phineas Parkhurst Quimby (2008). The Quimby Manuscripts. Forgotten Books

    -Gregg Braden (2009). The Spontaneous Healing of Belief: Shattering the Paradigm of False Limits. Hay House Inc.; First Edition edition

    -Joe Dispenza (2010). Schöpfer der Wirklichkeit – Der Mensch und sein Gehirn – Wunderwerk der Evolution. KOHA.

    -Joseph Murphy (2012). O poder do subconsciente. Best Seller.

    -Joseph Murphy (2017). The Cosmic Energizer: The Miracle Power of the Universe. TarcherPerigee; Reissue edition.

  • Os sonhos premonitórios e a adivinhação do futuro

    Os sonhos premonitórios e a adivinhação do futuro

    Ao longo da história, indivíduos relataram fenômenos psicológicos que desafiaram a compreensão em termos da teoria dominante de um universo newtoniano. Porém, décadas de experimentos sobre tais fenômenos, estão confirmando a existência de algum tipo de relação “não-local” através das barreiras ou distâncias perceptivas significativas, e até mesmo através do tempo. A precognição é a capacidade de perceber ou ver um futuro antes que ele aconteça. O termo “precognição” é derivado do latim “prae” que significa “antes de” e “cognição” que significa “adquirir conhecimento”.

    Os eventos precognitivos geralmente aparecem para os indivíduos como uma visão instantânea ou espontânea, quando em um estado desperto, uma pessoa pode receber um cenário mental curto e intenso. Pesquisas sugerem que o acesso ao futuro através dos sonhos é possível porque o cérebro está em um estado de atividade acelerada durante o sono. Durante um estado acelerado de consciência onírica, o futuro se aproxima do presente e o sonhador chega no futuro em menos tempo do que aqueles que estão acordados. Em outras palavras, assim como o aumento da velocidade causa uma contração do espaço-tempo, diminuindo assim a distância entre o presente e o futuro, a consciência acelerada do sonho tem o mesmo efeito. Segundo os físicos quânticos, nos sonhos todos os mundos são simultaneamente possíveis e estão em paralelo. Esses muitos mundos incluem os do futuro e do passado, onde o tempo e o espaço estão sobrepostos, todo resultado é igualmente provável, e o mundo está continuamente se dividindo em mundos alternativos.

    Assim, os muitos mundos da consciência do sonho fornecem a base para a premonição, onde o sonhador pode sonhar com o futuro pouco antes dele ocorrer e ao acordar daquele sonho do futuro, a mente consciente pode se lembrar disso e depois experimentá-lo em tempo real. É geralmente assumido que a flecha do tempo voa do presente para o futuro, no entanto, a mecânica quântica e a relatividade predizem que a flecha do “agora” é do futuro para o presente e depois para o passado.

    Leitura:

    -Carpenter, J. C. (2004). First sight: part one, a model of psi and the mind. Journal of parapsychology, 68(2).

    -Taylor, J. (2007). Memory and Precognition. Journal of scientific exploration, 21(3): 553-571.

    -Bernstein, P. et al. (2011). Non-Locality, Cognition, and Cosmic Structures. Journal of cosmology, 14.

    -Wilson, I. (2011). Déjà Rêvé? -Whitworth, B. (2011). The Virtual Reality Conjecture, Prespacetime Journal: 2(9).

    -Megidish, E. et al. (2012). Entanglement Between Photons that have Never Coexisted, Racah Institute of Physics, Hebrew University of Jerusalem.

    -Peter Byrne (2013). The Many Worlds of Hugh Everett Iii: Multiple Universes, Mutual Assured Destruction, And The Meltdown Of A Nuclear Family. Oxford University Press.

    -Rhawn, G. J. (2014). The Sixth Dimension: Dream Time, Precognition, Many Worlds. Journal of cosmology, 18.

    -Dudeja, J. (2019). Future is not separate from the present or the past: Can temporal nonlocality in Quantum Entanglement explain Retrocausality (effect preceding the cause), Precognition and Déjà vu? Journal of Emerging Technologies and Innovative Research, 6: (5).

  • 99 Ensinamentos dos sábios taoístas

    99 Ensinamentos dos sábios taoístas

    O taoísmo é uma filosofia mística chinesa fundada tradicionalmente por Lao Tzu que por volta de 500 a.C. escreveu o livro Tao Te Ching. O taoísmo ensina que todas as criaturas vivas devem viver em um estado de harmonia com o Tao, que é a fonte, o padrão e a substância de tudo o que existe, o processo indefinível do mundo, o fundamento primordial que abrange tudo o que é vivo, espiritual, mas também material. Como uma planta, o Tao cresce por si mesmo sem estar ciente de como ele produz o universo, enquanto está envolto em uma escuridão misteriosa. Cada ser no universo é uma expressão do Tao que é infinito e eterno, fluindo através de todas as coisas, dentro e fora, e retornando à origem de todas as coisas. Os antigos sábios taoístas ensinavam que um modo de vida virtuoso, a quietude, a humildade e o reconhecimento da unidade fundamental da criação pode harmonizar a energia vital de cada indivíduo com o Tao, a base primordial de todo ser. Neste livro, você encontrará 99 desses ensinamentos inspiradores e motivacionais sobre a vida, a mente e o universo.

    Mundos e partículas, corpos e seres, tempo e espaço: todos são expressões transitórias do Tao.

    Tao e as suas muitas manifestações surgem da mesma fonte: a maravilha sutil dentro da escuridão misteriosa. Este é o começo de todo entendimento.

    O Tao existia antes das palavras e dos nomes, antes do céu e da terra, antes das dez mil coisas. É o pai e a mãe ilimitados de todas as coisas limitadas.

     – Lao Tzu

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  • As minhas invenções | A autobiografia de Nikola Tesla

    As minhas invenções | A autobiografia de Nikola Tesla

    Nikola Tesla (cirílico sérvio Никола Тесла; nascido em 10 de julho de 1856 em Smiljan, fronteira militar croata, Império Austríaco; † 7 de janeiro de 1943 em Nova York, EUA) foi um inventor, físico e engenheiro elétrico. A sua obra de vida é caracterizada por inovações inúmeras no campo da engenharia elétrica, em particular na tecnologia de energia elétrica, como o desenvolvimento do sistema de transmissão de energia elétrica conhecido hoje como a corrente alternada bifásica. Tesla recebeu mais de 280 patentes em 26 países, incluindo 112 nos EUA. Nikola Tesla nasceu como o quarto de cinco filhos de pais sérvios. Tesla era um visionário e futurista que via a tecnologia como uma maneira de melhorar o mundo para a humanidade, aproveitando o poder do sol para coisas como transporte e irrigação melhorada em terras áridas. Ele também esperava usar transmissores sem fio para transmitir energia gratuita em todo o mundo. O conteúdo deste livro foi extraído em grande parte de uma série de artigos que Nikola Tesla escreveu para a revista Electrical Experimenter em 1919, quando ele tinha 63 anos. O relato pessoal de Tesla é dividido em seis capítulos cobrindo diferentes períodos da sua vida: a minha infância, os meus primeiros esforços na invenção, os meus esforços posteriores, a descoberta do campo magnético rotativo, a descoberta da bobina e do transformador de Tesla, o transmissor de ampliação, e a arte da Telautomática.

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