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  • Nikola Tesla | A energia radiante

    Nikola Tesla | A energia radiante

    Os pesquisadores do final do período vitoriano tinham um desejo profundo de descobrir a magia oculta da existência e tentaram acessar qualitativamente a comunhão entre todas as coisas dentro da natureza. A eletricidade, a força vital da nossa civilização, é gerada e distribuída hoje como a corrente alternada que foi desenvolvida por Nikola Tesla há mais de 100 anos. Porém, Tesla pode descobrir um princípio pelo qual as máquinas do mundo poderiam ser conduzidas, a partir da energia cósmica que opera o universo que está presente em quantidades ilimitadas.

    Na visão de Tesla, a energia radiante é um fluxo de corrente, que não é feito de elétrons, demonstrando que essa nova forma de energia viaja como um raio de luz, e não como uma onda eletromagnética. Tesla e outros cientistas acreditavam que as forças elétricas e magnéticas eram na verdade correntes de gás etérico, fixadas na matéria. De acordo com Tesla, a eletricidade que fluí no espaço é um gás de qualidades superlativas e transcendentes, a eletricidade que preenche todo o espaço, um reservatório vasto de poder insuperável e afirmava que esse fluxo elétrico gasoso poderia ser grandemente concentrado, ampliado e direcionado.

    Segundo Tesla, o sol emite partículas pequenas de neutrons, cada uma carregando uma carga bastante pequena e acreditava que essas partículas eram responsáveis por todas as reações radioativas, onde a matéria radiante está em sintonia com essas partículas e opera como um transmissor de energia.

    Leitura:

    -Nikola Tesla (1901). Apparatus for the utilization of radiant energy.

    -Vassilatos, G. (1996). Nikola Tesla and Radiant Energy. in ”Secrets of Cold War Technology: Project HAARP and Beyond”.

    -Nikola Tesla (2013). My Inventions – The Autobiography of Nikola Tesla. Infinity.

    -Meis Constantin (2014). Light And Vacuum: The Wave-Particle Nature Of The Light And The Quantum Vacuum Through The Coupling Of Electromagnetic Theory And Quantum Electrodynamics. Wspc.

    -Mitra, M. (2018). Nikola Tesla’s Free Electricity Electronic Circuit. Electron Commun 1(1): 1-6.

    -Nikola Tesla (1919). The Problem of Increasing Human Energy, with Special References to the Harnessing of the Sun’s Energy.

  • Como os campos solar e terreste influenciam a evolução espiritual

    Como os campos solar e terreste influenciam a evolução espiritual

    A humanidade está passando por uma grande transformação e o nosso sol está envolvido nisso. As influências magnéticas invisíveis que emanam do sol e da terra afetam profundamente toda a vida na Terra, do nascimento até a morte. A literarura científica demonstra que os impulsos de controle eletromagnéticos do sol não apenas têm efeitos técnicos, climáticos e físicos sobre nós, mas que eles afetam também a nossa consciência. Os efeitos psicológicos dessas flutuações geomagnéticas particulares tanto podem ser associados à agitação e à agressão social, como também à períodos de maior florescimento humano, que andam de mãos dadas com certas impressões espirituais.

    Pesquisadores descobriram que especialmente as ondas de rádio do sol têm um impacto positivo comprovado em nossos corações, onde essas ondas aumentam a energia bioemotiva humana, que pode ter um efeito não-local sutil, mas significativo em pessoas, eventos e na matéria orgânica. Os cientistas afirmam que as emoções e os pensamentos interagem e codificam as informações nos campos energéticos planetários, incluindo o campo geomagnético, comunicando assim as informações entre pessoas em um nível subconsciente, dando origem a uma forma de consciência coletiva.

    À medida que o campo magnético da Terra enfraquece, mais raios cósmicos nos alcançarão e com todas as principais atividades solares, estamos nos aproximando à um limite que os cientistas chamam de “mutação pontual”, que será experienciado ligeiramente diferente por cada um de nós. Com uma transição populacional de 6 a 8 bilhões de pessoas, a energia magnética desses bilhões de cérebros humanos aumentará cumulativamente e podemos experienciar um salto na consciência.

    Leitura:

    -Cremer-Bartels et al- (1983). Influence of low magnetic-field-strength variations on the retina and pineal gland* of quail and humans. Graefe’s Arch Clin Exp Ophthalmol, 220: 248-252.

    -Persinger, M. A. (1995). On the Possibility of Directly Accessing Every Human brain by Electromagnetic Induction of Fundamental Algorythms, Perception and Motor Skills, 80: 791 -799

    -Doronin, V. N. (1998). Effect of variations of the geomagnetic field and solar activity on human physiological indicators. Biofizika., 43(4):647-53.

    -Mikulecky, M. (2008). Solar activity, revolutions and cultural prime in the history of mankind. Neuro endocrinology letters 28(6):749-56

    -Dieter Broers (2012). Solar Revolution: Why Mankind Is on the Cusp of an Evolutionary Leap. Evolver Editions.

    -McCraty, R. et al. (2012). The Global Coherence Initiative: Creating a Coherent Planetary Standing Wave. Glob Adv Health Med, 1(1): 64–77.

    -Hans-Peter Dürr (2015). Wir erleben mehr als wir begreifen. Verlag Herder GmbH

  • A metafísica da alma | A ilusão da morte

    A metafísica da alma | A ilusão da morte

    A alma, em muitas tradições religiosas, filosóficas e mitológicas é considerada a essência incorpórea de um ser vivo, um aspécto imortal e transcendente da existência material. As descobertas experimentais da teoria quântica sugerem que o conteúdo da mente é a realidade suprema, primordial e ilimitada. Sem a consciência, o espaço e o tempo não existiriam.

    Há evidências que sugerem a existência de um universo não-material que tem uma realidade, embora ela ainda não seja claramente perceptível aos nossos sentidos e à instrumentação científica. Enquanto nós só sentimos a nossa existência tridimensional, há também uma parte de nós que se estende além da nossa tridimensionalidade material, tanto magneticamente quanto mecanicamente, até uma quarta dimensão mais elevada do espaço. Quando o nosso eu eletromaterial tridimensional morre, os processos químicos que constituem a nossa vida são completamente e irreversivelmente interrompidos, mas as estruturas de nível mais alto da mente e da consciência não são necessariamente interrompidas e constituem o que chamamos de vida após a morte.

    A mente e a consciência podem então ser vistas como padrões elétricos e magnéticos, onde a mente é apenas o padrão eletromagnético na quarta dimensão espacial que corresponde ao cérebro e à rede ou sistema neural que se estende por todo o corpo tridimensional, enquanto a consciência é um padrão estritamente magnético, sutil e extraordinariamente complexo, que existe em uma dimensão superior. A consciência (a alma) não pode ser mais vista como um epifenômeno cerebral, mas como a base do ser, na qual todas as possibilidades materiais, incluindo o próprio cérebro, estão embutidas.

    Leitura:

    -Fred Alan Wolf (1992). The Eagle’s Quest: A Physicist’s Search for Truth in the Heart of the Shamanic World.

    – Michael Newton (1994). Journey of souls case studies of life between lives. Llewellyn Publications; 1st edition. Touchstone Books.

    -Van Lommel et al. (2001). Near-death experience in survivors of cardiac arrest: a prospective study in the Netherlands. The lancet, 358: 2039-2045.

    -Charles T. Tart (2012). O Fim do Materialismo: Como as Evidências Científicas dos Fenômenos Paranormais Estão Unindo Ciência e Espiritualidade. Cultrix; Edição: 1ª

    -Amit Goswami (2013). The physics of the soul. The quantum book of living, dying, reincarnation and immortality. Hampton Roads Publishing Company.

    -Parnia, S. et al. (2014). Awareness during Resuscitation. A prospective study. Resuscitation, 85(12): 1799-1805.

    -Roger Penrose, Stuart Hameroff et al. (2017). Consciousness and the Universe: Quantum Physics, Evolution, Brain & Mind. Science Publishers

  • Percepção primária | A biocomunicação quântica e a vida secreta das plantas

    Percepção primária | A biocomunicação quântica e a vida secreta das plantas

    Os xamãs de muitas tradições acreditam que as plantas podem falar conosco e elas nos chamam, se ouvirmos. Um número crescente de pesquisadores está começando a reconhecer que a inteligência é um aspecto inevitável de todos os sistemas auto-organizados e que as redes neurais sofisticadas são uma marca invariável da vida.

    A biocomunicação ou a percepção primária é um termo usado para descrever a capacidade das plantas de perceber o seu ambiente e de reagir de maneiras inteligentes. Para que as suas redes neurais funcionem e demonstrem a consciência, as plantas usam virtualmente os mesmos neurotransmissores existentes em nossos cérebros. As plantas, de fato, possuem um sistema neural altamente sofisticado, um cérebro-raiz altamente desenvolvido e consciente que funciona da mesma forma que o nosso para analisar os dados recebidos e para gerar respostas sofisticadas. Sabemos agora que a informação não é processada exclusivamente através do sistema nervoso, mesmo em um ser humano, mas que pode também ser processada no nível quântico.

    A biocomunicação é um fenômeno universal. O universo como um todo é um sistema interconectado e finamente ajustado, no qual todas as partes respondem e, portanto, até certo ponto percebem todas as outras partes. Não apenas as plantas mas também nós seres humanos temos uma “percepção primária” e isso ocorre através do processamento de sinais por redes de decodificação quântica em nosso cérebro. A percepcao primária ou a consciência das plantas aponta para o conceito oriental da unidade, a visão de que toda a natureza é interdependente; um campo de energia universal e vivo que sustenta a vida enquanto orienta a evolução da consciência por todo o universo.

    Leitura:

    -Horowitz, K. A., Lewis, D. C, and Gasteiger, E. L. (1975). Plant Primary Perception: Electrophysiological Unresponsiveness to Brine Shrimp Killing. Science189: 478-480.

    -Cleve Backster (2003).Primary Perception: Biocommunication with plants, living foods, and human cells, White Rose Millennium Press

    -Dean Radin (2006). Entangled Minds: Extrasensory experiences in a quantum reality, Pocket Books

    -Ruppert Sheldrake (2009)., Morphic Resonance: The nature of formative causation, Park Street Press

    -Ervin Laszlo (2014). The Immortal Mind: Science and the Continuity of Consciousness beyond the Brain. Inner Traditions; 1 edition

    -Jagadish Chandra Bose (2015). Response in the Living and Non-Living. CreateSpace Independent Publishing Platform

  • O poder quântico do pensamento na manifestação da realidade

    O poder quântico do pensamento na manifestação da realidade

    O poder do pensamento pode ser descrito como a capacidade de transformar diretamente o pensamento em um efeito sobre a realidade temporal, sem ação adicional no nível físico, e com essas transformações sendo igualmente eficazes para as manifestações na realidade sejam elas de pequenas à grandes escalas. A física quântica agora está explicando cientificamente o poder cósmico do pensamento, pois ela é o resultado da nossa curiosidade sobre o Universo e do nosso desejo de entender como ele funciona em um nível mais profundo. O que a física quântica está descobrindo é que as percepções e as crenças sobre o mundo realmente alteram a realidade para se adequar a essa perspectiva.

    Cada átomo e cada molécula irradiam e absorvem energia e como tudo é mantido em conjunto por cargas elétricas, é fácil ver como os pensamentos, em sua escala mais fundamental, podem permear tudo o que existe. O nível quântico pode ser visto como uma camada limite entre os horizontes dos eventos do não manifesto e da macro-realidade manifesta. Os elétrons existem simultaneamente em um conjunto infinito de possibilidades e probabilidades nesse campo de energia invisível. Somente quando um observador focaliza a atenção em qualquer localização de qualquer elétron, esse elétron aparece. No nível subatômico, a energia responde à nossa atenção consciente e se torna matéria.

    E nesse sentido, podemos influenciar um evento na medida em que os nossos pensamentos podem influenciar o movimento da energia. Em outras palavras, o campo quântico consiste em energia potencial invisível e contém todas as probabilidades, as quais nós colapsamos na realidade através de nossos pensamentos (consciência), sentimentos e estados de ser. Tudo – os humanos e seus pensamentos, os animais, as ávores, as estrelas e as galáxias – está conectado a essa energia invisível em um lugar além do espaço e do tempo. Como pensamos e como nos sentimos pode co-produzir um estado de ser, que gera uma assinatura eletromagnética que é enviada imediatamente para o éter, que por sua vez influencia tudo em nosso mundo. A técnica subjacente à criação da realidade é fazer o uso do poder do pensamento para conscientemente imaginar, criar e atrair aquilo que você escolhe, onde a sua imaginação é o motor dos seus pensamentos.

    Leitura:

    -Stapp, H. P. (1999). Attention, Intention, and Will in Quantum Physics, Lawrence Berkeley National Laboratory, University of California

    -Cleve Backster (2003). Primary Perception: Biocommunication with Plants, Living Foods, and Human Cells. White Rose Millennium Pr; 1st edition

    -Lacoboni, M. (2009). Imitation, Empathy, and Mirror Neurons. Annu. Rev. Psychol. 60:653–70

    -Bruce H. Lipton (2007). A Biologia da Crença. Butterfly.

    -Martin, J. A. (2007). An Exploration of Core Power of Thought Concepts in Relation to Theories Involving Quantum Mechanics. California Institute of Integral Studies

    -William James (2017). The Will to Believe, Other Essays, & The Varieties of Religious Experience. Independently published.

    -Joe Dispenza (2018). Quebrando o Hábito de Ser Você Mesmo. Citadel; Edição: 1ª

  • A mente quântica e a experiência da realidade

    A mente quântica e a experiência da realidade

    A filosofia ocidental e a ciência dominante consideram a consciência como computacional, epifenomênica, acausal e ilusória, enquanto as abordagens filosóficas orientais e a física quântica consideram a consciência como uma característica intrínseca do universo, desempenhando um papel ativo. Como um correlato neural da consciência, o nosso cérebro representa um terminal de conexão com todo o universo através da dimensão quântica não local, onde a fonte de tudo isso começa com o conceito da “coerência quântica”.

    Pesquisadores sugerem que dentro do cérebro, um bilhão de microtúbulos estão em constante estado de entrelaçamento entre eles, como se fossem instrumentos musicais tocando a mesma nota ao mesmo tempo. Esse é um caso típico de coerência quântica de objetos mesoscópicos descritos por apenas uma função de onda como se fossem apenas uma entidade. Portanto, o cérebro adquire exatamente o mesmo papel que o macrouniverso físico e causal, enquanto a consciência é um processo não-local capaz de se manifestar quando algumas condições particulares de coerência quântica estão presentes no próprio cérebro.

    Desta forma, o universo é uma espécie de processo no qual o “corpo” da partícula responde às leis causais / locais da física, enquanto a “consciência” da partícula obedece às leis não locais provenientes do potencial quântico. Sob essa luz, o cérebro é uma espécie de “receptor de rádio” que permite ao universo se conscientizar através dos seus muitos terminais sensíveis. Caso contrário, sem a vida inteligente no universo, o mecanismo da consciência seria apenas mecânico.

    Leitura:

    -Di Sia, P. Mindfulness, Consciousness and Quantum Physics. University of Padova.

    -Fritz-Albert Popp (2003). Integrative Biophysics: Biophotonics. Springer

    -Van Lommel, P (2006). Near-Death Experience, Consciousness, and the Brain: A New Concept about the Continuity of Our Consciousness Based on near-death experience in survivors of cardiac arrest. World Futures, 62: 134–151

    -Penrose, R. & Hameroff, S. (2011). Consciousness in the Universe: Neuroscience, Quantum Space-Time Geometry and Orch OR Theory. Journal of Cosmology, 2011, 14.

    -Hameroff, S. (2011). The quantum mind. Pensamiento, 67: 641-659

    -Teodorani, M. (2014). Entanglement and Quantum Brain. Congrès International de la Vision Intégrative de la Santé”, Nantes (France).

  • Transcomunicação instrumental | Contato eletrônico com o reino espiritual

    Transcomunicação instrumental | Contato eletrônico com o reino espiritual

    Na busca de se comunicar com indivíduos falecidos (chamados de desencarnados), uma ampla gama de ferramentas e dispositivos foi desenvolvida. As formas mais antigas de comunicação espiritual variam do uso de alucinógenos para alcançar um estado alterado de consciência, propício à comunicação, até as ferramentas mais simples.

    Hoje, o uso de diferentes tecnologias para facilitar a comunicação e a interação com os espíritos é conhecido como a transcomunicação instrumental (TCI). A TCI é definida como o uso de equipamentos eletrônicos com o objetivo de fazer contato de áudio ou vídeo com o reino espiritual. Com equipamentos modernos, gravações de espíritos e entidades etéreas são capturadas em som e imagem. Os métodos de comunicação transinstrumental podem empregar dispositivos eletrônicos como rádios, televisões, computadores, gravadores de áudio e telefones.

    A TCI tem algumas das características da chamada mediunidade física, porém esses fenômenos são obtidos diretamente através dos dispositivos eletrônicos, enquanto na mediunidade os fenômenos ocorrem apenas na presença de um médium. Algumas técnicas da TCI permitem um feedback imediato que pode facilitar a comunicação com os espíritos em tempo real.

    Leitura:

    -Jürgenson, Friedrich. (1964). The Voices from Space. Rosterna Fran Rymden, Saxon & Lindstrom Forlag.

    -Jürgenson, Friedrich. (1967). Sprechfunk mit Verstorbenen. Freiburg: Verlag Hermann Bauer KG.

    -Jürgenson, F. (1968). Radio and Microphone Contacts with the Dead. Lindstrom Forlag.

    -Raudive, Konstantin (1971). Breakthrough: An Amazing Experiment in Electronic Communication with the Dead, New York: Taplinger.

    -Bacci, Marcello. (1985). Il Mistero delle Voci dall’ Aldillà. Roma: Ed. Mediterranee.

    -Senkowski, Ernst (1995). Instrumentelle Transkommunikation: Dialog mit dem Unbekannten. Stimmen, Bilder, Texte. Fischer, R. G.

    -Dixon, D. P (2007). I hear dead people: science, technology and a resonant universe. Social & Cultural Geography, Vol. 8, No. 5

    -Boccuzzi, M. & Beischel J. (2011). Objective Analyses of Reported Real-Time Audio Instrumental Transcommunication and Matched Control Sessions: A Pilot Study. Journal of Scientifi c Exploration, Vol. 25, No. 2, pp. 215–235.

    – Barušs, I. & Mossbridge, J. (2017). Transcendent Mind: Rethinking the Science of Consciousness.

  • Nikola Tesla | O poder da imaginação na criação da realidade

    Nikola Tesla | O poder da imaginação na criação da realidade

    A imaginação vem da palavra em latim imago que significa imagem e é entendida como a habilidade psíquica de desenvolver imagens no espírito ou de lembrá-las e de percebê-las visualmente com o olho interior. Grandes descobridores como Nikola Tesla, eram dotadados de uma imaginação fértil, que foi usada à servico da humanidade. Nikola Tesla tinha um grau de talentos imaginativos altamente incomum e a sua imaginação o inspirou a manifestar as suas descobertas no mundo físico, que foram todas feitas inicialmente em sua mente.

    A física quântica vê o universo como uma forma de energia que existe em duas formas: como uma partícula (tendo uma forma), ou como uma onda (sem forma ou vazia de forma). As partículas podem ser vistas e observadas em pontos no tempo e no espaço, e são a base para os objetos que percebemos no universo, ou na realidade convencional que estamos acostumados a viver. Pesquisadores em neurociência observam que as imagens mentais, visuais e as ações corporais podem ativar os mesmos programas motores no cérebro.

    Isso significa que pensar, observar ou interagir fisicamente com um objeto pode fazer com que a neuroplasticidade do cérebro crie novas vias neurais. Criando uma imagem ou uma intenção, permite que o cérebro mude a “sua experiência” da realidade para que você sinta que ela é real. Nesse sentido, o poder da imaginação transcende a lógica e entra no campo do potencial infinito, onde todas as probabilidades já existem.

    Leitura:

    -Robert Becker & Gary Selden (1988). The Body Electric: Electromagnetism And The Foundation Of Life. William Morrow Paperbacks

    -Fred Alan Wolf (2001). Mind into Matter – A New Alchemy of Science and Spirit, Moment Point Press.

    -Pascual-Leone, A. et al. (2005). The Plastic Human Brain Cortex, Neurosci.

    -Boyd, R. et al. (2010). Manifestation – The Mindspace of Quantum Physics and Neuroscience. Integral.

    -Nikola Tesla (2011). My Inventions: The Autobiography of Nikola Tesla. Martino Fine Books.

    -Ken Wilber (2012). Psychology – Consciousness, Spirit, Psychology. Therapy, Shambhala Press, Boston and London.

    -Fiona Macpherson (2018). Perceptual Imagination and Perceptual Memory. OUP Oxford.

    -Paul Levy (2018).Quantum Revelation: A Radical Synthesis of Science and Spirituality. Selected Books.

  • Como o xamanismo está conectado com a física quântica

    Como o xamanismo está conectado com a física quântica

    O xamanismo foi parte integrante da humanidade por milhares de anos. Na cosmologia xamânica há o conceito de que o universo tem dois reinos: um “mundo das coisas vistas” e um “mundo das coisas invisíveis”. O mundo invisível contém todos os aspectos do nosso mundo, mas eles são invisíveis para nós, incluindo os mundos espiritual, emocional, psicológico, mítico, arquetípico e dos sonhos.

    Os xamãs usam um estado alternativo de consciência para entrar no mundo invisível para fazer mudanças na energia encontrada ali de uma maneira que possa diretamente afetar o mundo físico. Eles estão com um pé no “mundo das coisas vistas” e um pé no “reino oculto”, enquanto se comunicam entre o domínio visível da matéria e o domínio invisível do mundo espiritual.

    De acordo com a física quântica, o passado e o futuro não estão separados, a localidade não existe, o mundo só passa a existir uma vez que é observado, e o que chamamos de realidade é uma das muitas dimensões paralelas, possivelmente infinitas. A característica mais incomum da realidade quântica é sua independência das restrições espaço-temporais da física clássica. Essa visão quântica do mundo é conhecida há milênios em culturas indígenas e essa cosmovisão reconhece que tudo existe em um fluxo dinâmico, onde tudo vibra e está relacionado, e em outras palavras, os sistemas entrelaçados “percebem” uns aos outros sem limitações de espaço e tempo.

    Leitura:

    -Jung, Carl G. (1993) [1952]. Synchronicity: An Acausal Connecting Principle. Bollingen, Switzerland: Bollingen Foundation.

    -Parry, G. A. (2006). Native Wisdom in QuantumWorld, Shift: at the frontiers of consciousness, 9.

    -Christina Pratt (2007). An Encyclopedia of Shamanism, Volume One. Rosen Publishing Group; 1 edition

    -Ervin Laszlo (2007). Science and the Akashic Field: An Integral Theory of Everything. Inner Traditions; 2nd edition.

    -Ervin Laszlo (2014). The Immortal Mind: Science and the Continuity of Consciousness beyond the Brain, Inner Traditions; 1 edition.

    -Frecska, E., Hoppal, M., Luna, L. E. (2014). Nonlocality and the shamanic state of consciousness, NeuroQuantology, 14(2): 155-165

    -Ervin Laszlo (2017). The Intelligence of the Cosmos: Why Are We Here? New Answers from the Frontiers of Science. Inner Traditions.

  • O significado e a origem quântica das sincronicidades

    O significado e a origem quântica das sincronicidades

    As sincronicidades tomam a forma de padrões que emergem de um contexto geral de probabilidade e têm um profundo significado para a pessoa que as experimenta, pois elas conectam o mundo interior de um indivíduo com uma ordem universal ou com o Unus Mundus, ligando a psique e a matéria. Frequentemente, essas coincidências ocorrem em pontos críticos da vida de uma pessoa e podem ser interpretadas como contendo as sementes de um crescimento futuro.

    Enquanto as leis convencionais da física não atendem aos desejos humanos ou à necessidade de significado, as sincronicidades agem como espelhos para os processos internos da mente, tomam a forma de manifestações externas de transformações interiores e exibem uma natureza transcendental e numinosa. Esses eventos e os fenômenos quânticos têm um terreno comum. Transcendental, na física quântica, refere-se a objetos quânticos que são “ondas de possibilidade”, potenciais transcentes que existem fora do espaço e do tempo, mas que podem afetar a realidade.

    A não-localidade da teoria quântica, a conexão direta entre os objetos, liga-se à sincronicidade ao conectar a consciência de objetos ou eventos fora da faixa clássica da percepção por meios não-causais. A “ação à distância” da teoria quântica, em que objetos se comunicam instantaneamente mais rápido que a velocidade da luz, relaciona-se à sincronicidade em seu potencial de comunicação instantânea entre um pensamento e um evento “externo” correspondente. Dessa maneira, no mundo da teoria quântica, nossas noções mais fundamentais sobre a realidade se desintegram, mas os fundamentos da sincronicidade começam a fazer sentido.

    Leitura:

    – Jung, Carl G. (1993) [1952]. Synchronicity: An Acausal Connecting Principle. Bollingen, Switzerland: Bollingen Foundation.

    -Cambray, J. (2009). Synchronicity: Nature and Psyche in an Interconnected Universe, Texas A&M University Press.

    -Igor Limar. Carl G. (2011). Jung’s Synchronicity and Quantum Entanglement: Schrödinger’s Cat ’Wanders’ Between Chromosomes. NeuroQuantology, NeuroQuantology, 9 (2): 313-321.

    -Mensky, M. B (2012). Synchronicities of Carl Jung Interpreted in Quantum Concept of Consciousness, NeuroQuantology, 10 (3): 468-481

    -Ponte, D. V. & Schäfer, L. (2013). Carl Gustav Jung, Quantum Physics and the Spiritual Mind: A Mystical Vision of the Twenty-First Century. Behav. Sci. 3: 601-618