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O Eu quântico | A superconsciência que cria a sua realidade

Ao longo dos séculos, os sábios proclamam que a ignorância sobre a nossa verdadeira natureza nos dá a ilusão da separação, e esse senso de separação é a base de todo o sofrimento. De acordo com a física quântica, o significado e o propósito da nossa natureza estão ancorados no reino numinoso da realidade, onde o eu que reconhece, escolhe e colapsa a onda da possibilidade quântica é o eu verdadeiro e unitivo, o eu quântico, e que por trás da nossa individualidade e separação aparente há uma unidade transcendente que é a consciência.
Quando a consciência reconhece uma possibilidade particular, ela a escolhe e a possibilidade reconhecida se torna a realidade. Porém essa realidade é revelada dentro de uma experiência e a experiência introduz uma divisão implícita do sujeito e do objeto, uma dualidade. A consciência colapsa a função da onda quântica escolhendo a realidade a partir da superposição de possibilidades, mas apenas na presença da percepção cérebro-mente e, assim, a percepção pode ser vista como um campo de experiência. Porém, a execução repetida dos programas aprendidos que correspondem aos estados clássicos de memórias evocadas, reações habituais, experiências introspectivas e respostas motoras condicionadas ocultam de nós o papel essencial da consciência não-local no colapso da função de onda e na criação de uma nova realidade. O resultado disso é o pensamento persistente de uma entidade (o conceito “eu”) que reside na mente.
O ego não existe como uma entidade e a sua identificação, faz com que a experiência da liberdade que é realmente uma propriedade do eu quântico torne-se limitada e é falsamente atribuída ao ego, resultando na suposição de que o “ego” tem livre-arbítrio em vez de ser um produto completamente condicionado das experiências repetidas. A consciência que pode ficar presa no cérebro hierárquico emaranhado na forma do eu não é o ego, já que não tem memória nem condicionamento, nem personalidade.
Leitura:
-Harold H. McGowan (1973). The thoughtron theory of life and matter: how it relates to scientology and transcendental meditation. Exposition Press; 1st edition.
-George Spencer-Brown (2008). Laws of Form: The new edition of this classic with the first-ever proof of Riemans hypothesis. Bohmeier, Joh.
-Amit Goswami (2006). The Visionary Window: A Quantum Physicist’s Guide to Enlightenment. Quest Books; New edition edition.
-Carl Gustav Jung (2006). The Undiscovered Self: The Dilemma of the Individual in Modern Society. Berkley.
-Amit Goswami (2017). The Everything Answer Book: How Quantum Science Explains Love, Death, and the Meaning of Life. Hampton Roads Publishing.
-Georg Wilhelm Friedrich Hegel (2019). The Phenomenology of Spirit. Cambridge University Press.
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Como a alimentação influencia a expansão da consciência

Além da composição química dos nossos alimentos, a energia da luz (fótons) também é um fator importante na qualidade dos alimentos. A energia solar armazenada chega às nossas células através dos alimentos na forma dessas partículas minúsculas, que têm o poder de ordenar e regular um organismo, elevando-o a uma oscilação ou ordem mais elevada. Em outras palavras, os biofótons poderiam transferir a ordem para um estado desordenado e caótico, onde o transtorno é equivalente a doença e um estado de ordem é o sinônimo de uma saúde vibrante.
Em um centímetro de luz solar há 100 milhões de fótons onde eles podem estar emaranhados. Uma vez que os dados vinculados podem ser transmitidos instantaneamente, independentemente da distância entre eles. Isso permite que os canais de comunicação sejam vinculados a outros domínios. Assim, o sol não seria apenas vida, mas também informação. Nessa premissa, a ingestão dessas partículas de energia pode ajudar a impulsionar o metabolismo, estimular o sistema imunológico e até mesmo estimular a química do cérebral. E aumentando a entrada da energia luminosa em seu corpo, você aumenta o nível de ordem.
Quando ingerimos uma dieta rica em biofótons, o cérebro e o sistema nervoso recebem a estimulação suficiente para criar as suas próprias moléculas de encantamento. A estimulação bio-elétrica da comida viva seria suficiente para fazer o upload do software de conexão com o eu superior pré-instalado no cérebro. Nós somos capazes de absorver biofótons do sol através da nossa pele e da retina dos nossos olhos, bem como pela ingestão de biofótons contidos em vegetais. Quanto mais energia absorvermos, mais a nossa essência de luz interior será nutrida. Nesse sentido, a idéia esotérica de um corpo de luz imortal como a sede da nossa alma ou da nossa consciência não parece ser tão absurda. Nesse sentido, somos mais do que os átomos e as moléculas que compõem os nossos corpos, mas também seres de luz.
Leitura
-Fritz-Albert Popp & L. V. Beloussov (2003). Integrative Biophysics: Biophotonics. Springer
-Bajpai, R. P. (2003). Implications of Biophotons to Consciousness.
-Kafatos, M. C. et al. (2015). Biofield Science: Current Physics Perspectives. Global Adv Health Med.
-Barry J. Peterson & Edmond Bordeaux Szekely (2018). The Essene Gospel of Peace: The Complete 4 Books in One Volume. Audio Enlightenment
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A consciência quântica eletromagnética e a criação de uma nova realidade

As teorias do campo eletromagnético da consciência propõem que a consciência resulta quando um cérebro produz um campo eletromagnético com características específicas. As ondas eletromagnéticas podem interagir com as biomoléculas do cérebro, como a luz do sol interage com moléculas de clorofila transferindo a energia. O campo eletromagnético em torno de nossos neurônios está armazenando os dados de maneira simultânea com as nossas crenças e experiências, ajudando a definir a nossa consciência.
Nesse sentido, a consciência é governada, armazenada e mantida em um campo eletromagnético que é gerado por nossos neurônios e é uma explicação para velhas questões pertencentes à própria estrutura do pensamento. Se a consciência é organizada com a ajuda do campo eletromagnético, este campo pode ser capaz de transcender as bordas do organismo que emite as ondas e interagir com o campo de consciência de outra pessoa próxima. Explorar e compreender o funcionamento da consciência pode ajudar a sintonizar as suas fontes naturais mais poderosas, recuperando a harmonia entre seus constituintes principais e abrindo uma perspectiva para a exploração experimental dos campos da consciência coletiva.
Isso sugere que a humanidade pode se curar se formos capazes de nos sintonizar mais efetivamente com as fontes naturais da consciência, com os poderes naturais que vivem em nós. A energia do campo unificado da consciência está sempre se movendo em direção a graus mais elevados de organização e inteireza, tanto dentro quanto fora. Se o campo eletromagnético da Terra está aumentando, então isso vai permitir que o nosso cérebro seja capaz de captar freqüências cada vez maiores, já que aumentos na frequência criam aumentos na consciência.
Leitura:
-Émile Durkheim (1973). Emile Durkheim on Morality and Society (Heritage of Sociology Series). University of Chicago Press; First Edition, Thus edition
-Harold Saxton Burr (1973). The Fields of Life: Our Links with the Universe. Ballantine; Notations on Fep edition
-John Eccles (1994). How the SELF Controls Its brain. Springer.
-Grandpierre, A. (1997). The Physics of Collective Consciousness. World Futures. The Journal of general Evolution, 48(1-4): 23-56
-Fritz-Albert Popp (2006). Biophotonen – Neue Horizonte in der Medizin: Von den Grundlagen zur Biophotonik. Karl F. Haug; Auflage: 3
-McFadden, J. (2007). Conscious Electromagnetic Field Theory. NeuroQuantology, 3:262-270.
-Ervin Laszlo (2017). The Intelligence of the Cosmos: Why Are We Here? New Answers from the Frontiers of Science. Inner Traditions.
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O poder quântico da intenção no processo da manifestação

Uma intenção é um impulso dirigido da consciência que contém a forma potencial daquilo que você pretende alcancar, onde a mesma está intimamente relacionada com o ato da observação. O Princípio da Incerteza de Heisenberg afirma que não podemos observar algo sem mudar o que estamos observando, assim, não existe um observador independente, que pode sentar-se à margem assistindo a natureza seguir o seu curso, sem influenciá-la. E já que somos parte dessa natureza, o mesmo é verdade para nós em nossas vidas.
O universo físico, representado pelo estado quântico, é um repositório de informações em evolução que tem o poder para criar mais informações, assim a realidade é baseada em informações. De acordo com uma teoria da física quântica, (Dirac Choice) é o observador quem coloca uma questão específica e reconhece a resposta. Sem alguma maneira de especificar qual é a pergunta, as regras quânticas não funcionarão, onde dessa maneira o processo quântico se interrompe. Essas respostas, segundo a teoria quântica, são determinadas pela questão apresentada e pela forma do estado mental do observador.
Na teoria quântica a unidade básica da informação é o “bit”: a resposta “sim”(1) ou “não”(0) para alguma pergunta específica. Dada uma pergunta bem formulada sobre o mundo ao qual a atenção é dirigida, a teoria quântica diz que a natureza dá a resposta afirmativa, caso ocorra uma experiência descritível como “sim, ou, alternativamente, nenhuma experiência ocorre em conexão com essa questão. Nesse conceito, cada experiência tem um aspecto intencional, que é o seu objetivo experimental.
Nesse sentido, a observação e a intenção estão intimamente relacionadas e dentro de um sistema macroscópico como as nossas vidas e a maneira como observamos a nós mesmos e ao nosso ambiente determina o que acontece com ambos. Sempre que existe o poder da intenção em direção a um objetivo, a “informação” gerada por sua mente cria uma ondulação nova ou uma onda no campo quântico. Devemos por isso permitir que as nossas intenções se tornem uma oração, e se a intenção original ressoa com a intenção do universo, então deixe que ela se concretize.
Leitura:
-Fred Alan Wolf (1998). Taking the Quantum Leap: The New Physics for Nonscientists. Harper Perennial; Perennial Library ed. Edition
-Stapp, H. P. (1999). Attention, Intention, and Will in Quantum Physics
-William Tiller (1997). Science and Human Transformation: Subtle Energies, Intentionality and Consciousness. Pavior; First Edition (US) First Printing edition
-Schwartz, J. et al. (2005). Quantum physics in neuroscience and psychology: a neurophysical model of mind–brain interaction. Phil. Trans. R. Soc. B. 360, 1309–1327
-Wayne Dyer (2005). The Power of Intention. Hay House Inc.; 1 edition.
-Radin, D. et al. (2008). Compassionate Intention as a therapheutic intervention by partners of cancer patients: effects of distant intention on the patient’s autonomic nervous systems. Explore, 4: 235-243
-Rupert Sheldrake (2009). Morphic Resonance: The Nature of Formative Causation. Park Street Press; 4th Edition
-Fritjof Capra (2010). The Tao of Physics: An Exploration of the Parallels Between Modern Physics and Eastern Mysticism. Shambhala; 5th edition.
-Dean Radin (2018). Real Magic: Ancient Wisdom, Modern Science, and a Guide to the Secret Power of the Universe. Harmony; 1st Edition edition.
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Nikola Tesla | A energia radiante

Os pesquisadores do final do período vitoriano tinham um desejo profundo de descobrir a magia oculta da existência e tentaram acessar qualitativamente a comunhão entre todas as coisas dentro da natureza. A eletricidade, a força vital da nossa civilização, é gerada e distribuída hoje como a corrente alternada que foi desenvolvida por Nikola Tesla há mais de 100 anos. Porém, Tesla pode descobrir um princípio pelo qual as máquinas do mundo poderiam ser conduzidas, a partir da energia cósmica que opera o universo que está presente em quantidades ilimitadas.
Na visão de Tesla, a energia radiante é um fluxo de corrente, que não é feito de elétrons, demonstrando que essa nova forma de energia viaja como um raio de luz, e não como uma onda eletromagnética. Tesla e outros cientistas acreditavam que as forças elétricas e magnéticas eram na verdade correntes de gás etérico, fixadas na matéria. De acordo com Tesla, a eletricidade que fluí no espaço é um gás de qualidades superlativas e transcendentes, a eletricidade que preenche todo o espaço, um reservatório vasto de poder insuperável e afirmava que esse fluxo elétrico gasoso poderia ser grandemente concentrado, ampliado e direcionado.
Segundo Tesla, o sol emite partículas pequenas de neutrons, cada uma carregando uma carga bastante pequena e acreditava que essas partículas eram responsáveis por todas as reações radioativas, onde a matéria radiante está em sintonia com essas partículas e opera como um transmissor de energia.
Leitura:
-Nikola Tesla (1901). Apparatus for the utilization of radiant energy.
-Vassilatos, G. (1996). Nikola Tesla and Radiant Energy. in ”Secrets of Cold War Technology: Project HAARP and Beyond”.
-Nikola Tesla (2013). My Inventions – The Autobiography of Nikola Tesla. Infinity.
-Meis Constantin (2014). Light And Vacuum: The Wave-Particle Nature Of The Light And The Quantum Vacuum Through The Coupling Of Electromagnetic Theory And Quantum Electrodynamics. Wspc.
-Mitra, M. (2018). Nikola Tesla’s Free Electricity Electronic Circuit. Electron Commun 1(1): 1-6.
-Nikola Tesla (1919). The Problem of Increasing Human Energy, with Special References to the Harnessing of the Sun’s Energy.
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Como os campos solar e terreste influenciam a evolução espiritual

A humanidade está passando por uma grande transformação e o nosso sol está envolvido nisso. As influências magnéticas invisíveis que emanam do sol e da terra afetam profundamente toda a vida na Terra, do nascimento até a morte. A literarura científica demonstra que os impulsos de controle eletromagnéticos do sol não apenas têm efeitos técnicos, climáticos e físicos sobre nós, mas que eles afetam também a nossa consciência. Os efeitos psicológicos dessas flutuações geomagnéticas particulares tanto podem ser associados à agitação e à agressão social, como também à períodos de maior florescimento humano, que andam de mãos dadas com certas impressões espirituais.
Pesquisadores descobriram que especialmente as ondas de rádio do sol têm um impacto positivo comprovado em nossos corações, onde essas ondas aumentam a energia bioemotiva humana, que pode ter um efeito não-local sutil, mas significativo em pessoas, eventos e na matéria orgânica. Os cientistas afirmam que as emoções e os pensamentos interagem e codificam as informações nos campos energéticos planetários, incluindo o campo geomagnético, comunicando assim as informações entre pessoas em um nível subconsciente, dando origem a uma forma de consciência coletiva.
À medida que o campo magnético da Terra enfraquece, mais raios cósmicos nos alcançarão e com todas as principais atividades solares, estamos nos aproximando à um limite que os cientistas chamam de “mutação pontual”, que será experienciado ligeiramente diferente por cada um de nós. Com uma transição populacional de 6 a 8 bilhões de pessoas, a energia magnética desses bilhões de cérebros humanos aumentará cumulativamente e podemos experienciar um salto na consciência.
Leitura:
-Cremer-Bartels et al- (1983). Influence of low magnetic-field-strength variations on the retina and pineal gland* of quail and humans. Graefe’s Arch Clin Exp Ophthalmol, 220: 248-252.
-Persinger, M. A. (1995). On the Possibility of Directly Accessing Every Human brain by Electromagnetic Induction of Fundamental Algorythms, Perception and Motor Skills, 80: 791 -799
-Doronin, V. N. (1998). Effect of variations of the geomagnetic field and solar activity on human physiological indicators. Biofizika., 43(4):647-53.
-Mikulecky, M. (2008). Solar activity, revolutions and cultural prime in the history of mankind. Neuro endocrinology letters 28(6):749-56
-Dieter Broers (2012). Solar Revolution: Why Mankind Is on the Cusp of an Evolutionary Leap. Evolver Editions.
-McCraty, R. et al. (2012). The Global Coherence Initiative: Creating a Coherent Planetary Standing Wave. Glob Adv Health Med, 1(1): 64–77.
-Hans-Peter Dürr (2015). Wir erleben mehr als wir begreifen. Verlag Herder GmbH
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