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  • Percepção primária | A biocomunicação quântica e a vida secreta das plantas

    Percepção primária | A biocomunicação quântica e a vida secreta das plantas

    Os xamãs de muitas tradições acreditam que as plantas podem falar conosco e elas nos chamam, se ouvirmos. Um número crescente de pesquisadores está começando a reconhecer que a inteligência é um aspecto inevitável de todos os sistemas auto-organizados e que as redes neurais sofisticadas são uma marca invariável da vida.

    A biocomunicação ou a percepção primária é um termo usado para descrever a capacidade das plantas de perceber o seu ambiente e de reagir de maneiras inteligentes. Para que as suas redes neurais funcionem e demonstrem a consciência, as plantas usam virtualmente os mesmos neurotransmissores existentes em nossos cérebros. As plantas, de fato, possuem um sistema neural altamente sofisticado, um cérebro-raiz altamente desenvolvido e consciente que funciona da mesma forma que o nosso para analisar os dados recebidos e para gerar respostas sofisticadas. Sabemos agora que a informação não é processada exclusivamente através do sistema nervoso, mesmo em um ser humano, mas que pode também ser processada no nível quântico.

    A biocomunicação é um fenômeno universal. O universo como um todo é um sistema interconectado e finamente ajustado, no qual todas as partes respondem e, portanto, até certo ponto percebem todas as outras partes. Não apenas as plantas mas também nós seres humanos temos uma “percepção primária” e isso ocorre através do processamento de sinais por redes de decodificação quântica em nosso cérebro. A percepcao primária ou a consciência das plantas aponta para o conceito oriental da unidade, a visão de que toda a natureza é interdependente; um campo de energia universal e vivo que sustenta a vida enquanto orienta a evolução da consciência por todo o universo.

    Leitura:

    -Horowitz, K. A., Lewis, D. C, and Gasteiger, E. L. (1975). Plant Primary Perception: Electrophysiological Unresponsiveness to Brine Shrimp Killing. Science189: 478-480.

    -Cleve Backster (2003).Primary Perception: Biocommunication with plants, living foods, and human cells, White Rose Millennium Press

    -Dean Radin (2006). Entangled Minds: Extrasensory experiences in a quantum reality, Pocket Books

    -Ruppert Sheldrake (2009)., Morphic Resonance: The nature of formative causation, Park Street Press

    -Ervin Laszlo (2014). The Immortal Mind: Science and the Continuity of Consciousness beyond the Brain. Inner Traditions; 1 edition

    -Jagadish Chandra Bose (2015). Response in the Living and Non-Living. CreateSpace Independent Publishing Platform

  • O poder quântico do pensamento na manifestação da realidade

    O poder quântico do pensamento na manifestação da realidade

    O poder do pensamento pode ser descrito como a capacidade de transformar diretamente o pensamento em um efeito sobre a realidade temporal, sem ação adicional no nível físico, e com essas transformações sendo igualmente eficazes para as manifestações na realidade sejam elas de pequenas à grandes escalas. A física quântica agora está explicando cientificamente o poder cósmico do pensamento, pois ela é o resultado da nossa curiosidade sobre o Universo e do nosso desejo de entender como ele funciona em um nível mais profundo. O que a física quântica está descobrindo é que as percepções e as crenças sobre o mundo realmente alteram a realidade para se adequar a essa perspectiva.

    Cada átomo e cada molécula irradiam e absorvem energia e como tudo é mantido em conjunto por cargas elétricas, é fácil ver como os pensamentos, em sua escala mais fundamental, podem permear tudo o que existe. O nível quântico pode ser visto como uma camada limite entre os horizontes dos eventos do não manifesto e da macro-realidade manifesta. Os elétrons existem simultaneamente em um conjunto infinito de possibilidades e probabilidades nesse campo de energia invisível. Somente quando um observador focaliza a atenção em qualquer localização de qualquer elétron, esse elétron aparece. No nível subatômico, a energia responde à nossa atenção consciente e se torna matéria.

    E nesse sentido, podemos influenciar um evento na medida em que os nossos pensamentos podem influenciar o movimento da energia. Em outras palavras, o campo quântico consiste em energia potencial invisível e contém todas as probabilidades, as quais nós colapsamos na realidade através de nossos pensamentos (consciência), sentimentos e estados de ser. Tudo – os humanos e seus pensamentos, os animais, as ávores, as estrelas e as galáxias – está conectado a essa energia invisível em um lugar além do espaço e do tempo. Como pensamos e como nos sentimos pode co-produzir um estado de ser, que gera uma assinatura eletromagnética que é enviada imediatamente para o éter, que por sua vez influencia tudo em nosso mundo. A técnica subjacente à criação da realidade é fazer o uso do poder do pensamento para conscientemente imaginar, criar e atrair aquilo que você escolhe, onde a sua imaginação é o motor dos seus pensamentos.

    Leitura:

    -Stapp, H. P. (1999). Attention, Intention, and Will in Quantum Physics, Lawrence Berkeley National Laboratory, University of California

    -Cleve Backster (2003). Primary Perception: Biocommunication with Plants, Living Foods, and Human Cells. White Rose Millennium Pr; 1st edition

    -Lacoboni, M. (2009). Imitation, Empathy, and Mirror Neurons. Annu. Rev. Psychol. 60:653–70

    -Bruce H. Lipton (2007). A Biologia da Crença. Butterfly.

    -Martin, J. A. (2007). An Exploration of Core Power of Thought Concepts in Relation to Theories Involving Quantum Mechanics. California Institute of Integral Studies

    -William James (2017). The Will to Believe, Other Essays, & The Varieties of Religious Experience. Independently published.

    -Joe Dispenza (2018). Quebrando o Hábito de Ser Você Mesmo. Citadel; Edição: 1ª

  • A mente quântica e a experiência da realidade

    A mente quântica e a experiência da realidade

    A filosofia ocidental e a ciência dominante consideram a consciência como computacional, epifenomênica, acausal e ilusória, enquanto as abordagens filosóficas orientais e a física quântica consideram a consciência como uma característica intrínseca do universo, desempenhando um papel ativo. Como um correlato neural da consciência, o nosso cérebro representa um terminal de conexão com todo o universo através da dimensão quântica não local, onde a fonte de tudo isso começa com o conceito da “coerência quântica”.

    Pesquisadores sugerem que dentro do cérebro, um bilhão de microtúbulos estão em constante estado de entrelaçamento entre eles, como se fossem instrumentos musicais tocando a mesma nota ao mesmo tempo. Esse é um caso típico de coerência quântica de objetos mesoscópicos descritos por apenas uma função de onda como se fossem apenas uma entidade. Portanto, o cérebro adquire exatamente o mesmo papel que o macrouniverso físico e causal, enquanto a consciência é um processo não-local capaz de se manifestar quando algumas condições particulares de coerência quântica estão presentes no próprio cérebro.

    Desta forma, o universo é uma espécie de processo no qual o “corpo” da partícula responde às leis causais / locais da física, enquanto a “consciência” da partícula obedece às leis não locais provenientes do potencial quântico. Sob essa luz, o cérebro é uma espécie de “receptor de rádio” que permite ao universo se conscientizar através dos seus muitos terminais sensíveis. Caso contrário, sem a vida inteligente no universo, o mecanismo da consciência seria apenas mecânico.

    Leitura:

    -Di Sia, P. Mindfulness, Consciousness and Quantum Physics. University of Padova.

    -Fritz-Albert Popp (2003). Integrative Biophysics: Biophotonics. Springer

    -Van Lommel, P (2006). Near-Death Experience, Consciousness, and the Brain: A New Concept about the Continuity of Our Consciousness Based on near-death experience in survivors of cardiac arrest. World Futures, 62: 134–151

    -Penrose, R. & Hameroff, S. (2011). Consciousness in the Universe: Neuroscience, Quantum Space-Time Geometry and Orch OR Theory. Journal of Cosmology, 2011, 14.

    -Hameroff, S. (2011). The quantum mind. Pensamiento, 67: 641-659

    -Teodorani, M. (2014). Entanglement and Quantum Brain. Congrès International de la Vision Intégrative de la Santé”, Nantes (France).

  • Transcomunicação instrumental | Contato eletrônico com o reino espiritual

    Transcomunicação instrumental | Contato eletrônico com o reino espiritual

    Na busca de se comunicar com indivíduos falecidos (chamados de desencarnados), uma ampla gama de ferramentas e dispositivos foi desenvolvida. As formas mais antigas de comunicação espiritual variam do uso de alucinógenos para alcançar um estado alterado de consciência, propício à comunicação, até as ferramentas mais simples.

    Hoje, o uso de diferentes tecnologias para facilitar a comunicação e a interação com os espíritos é conhecido como a transcomunicação instrumental (TCI). A TCI é definida como o uso de equipamentos eletrônicos com o objetivo de fazer contato de áudio ou vídeo com o reino espiritual. Com equipamentos modernos, gravações de espíritos e entidades etéreas são capturadas em som e imagem. Os métodos de comunicação transinstrumental podem empregar dispositivos eletrônicos como rádios, televisões, computadores, gravadores de áudio e telefones.

    A TCI tem algumas das características da chamada mediunidade física, porém esses fenômenos são obtidos diretamente através dos dispositivos eletrônicos, enquanto na mediunidade os fenômenos ocorrem apenas na presença de um médium. Algumas técnicas da TCI permitem um feedback imediato que pode facilitar a comunicação com os espíritos em tempo real.

    Leitura:

    -Jürgenson, Friedrich. (1964). The Voices from Space. Rosterna Fran Rymden, Saxon & Lindstrom Forlag.

    -Jürgenson, Friedrich. (1967). Sprechfunk mit Verstorbenen. Freiburg: Verlag Hermann Bauer KG.

    -Jürgenson, F. (1968). Radio and Microphone Contacts with the Dead. Lindstrom Forlag.

    -Raudive, Konstantin (1971). Breakthrough: An Amazing Experiment in Electronic Communication with the Dead, New York: Taplinger.

    -Bacci, Marcello. (1985). Il Mistero delle Voci dall’ Aldillà. Roma: Ed. Mediterranee.

    -Senkowski, Ernst (1995). Instrumentelle Transkommunikation: Dialog mit dem Unbekannten. Stimmen, Bilder, Texte. Fischer, R. G.

    -Dixon, D. P (2007). I hear dead people: science, technology and a resonant universe. Social & Cultural Geography, Vol. 8, No. 5

    -Boccuzzi, M. & Beischel J. (2011). Objective Analyses of Reported Real-Time Audio Instrumental Transcommunication and Matched Control Sessions: A Pilot Study. Journal of Scientifi c Exploration, Vol. 25, No. 2, pp. 215–235.

    – Barušs, I. & Mossbridge, J. (2017). Transcendent Mind: Rethinking the Science of Consciousness.

  • Nikola Tesla | O poder da imaginação na criação da realidade

    Nikola Tesla | O poder da imaginação na criação da realidade

    A imaginação vem da palavra em latim imago que significa imagem e é entendida como a habilidade psíquica de desenvolver imagens no espírito ou de lembrá-las e de percebê-las visualmente com o olho interior. Grandes descobridores como Nikola Tesla, eram dotadados de uma imaginação fértil, que foi usada à servico da humanidade. Nikola Tesla tinha um grau de talentos imaginativos altamente incomum e a sua imaginação o inspirou a manifestar as suas descobertas no mundo físico, que foram todas feitas inicialmente em sua mente.

    A física quântica vê o universo como uma forma de energia que existe em duas formas: como uma partícula (tendo uma forma), ou como uma onda (sem forma ou vazia de forma). As partículas podem ser vistas e observadas em pontos no tempo e no espaço, e são a base para os objetos que percebemos no universo, ou na realidade convencional que estamos acostumados a viver. Pesquisadores em neurociência observam que as imagens mentais, visuais e as ações corporais podem ativar os mesmos programas motores no cérebro.

    Isso significa que pensar, observar ou interagir fisicamente com um objeto pode fazer com que a neuroplasticidade do cérebro crie novas vias neurais. Criando uma imagem ou uma intenção, permite que o cérebro mude a “sua experiência” da realidade para que você sinta que ela é real. Nesse sentido, o poder da imaginação transcende a lógica e entra no campo do potencial infinito, onde todas as probabilidades já existem.

    Leitura:

    -Robert Becker & Gary Selden (1988). The Body Electric: Electromagnetism And The Foundation Of Life. William Morrow Paperbacks

    -Fred Alan Wolf (2001). Mind into Matter – A New Alchemy of Science and Spirit, Moment Point Press.

    -Pascual-Leone, A. et al. (2005). The Plastic Human Brain Cortex, Neurosci.

    -Boyd, R. et al. (2010). Manifestation – The Mindspace of Quantum Physics and Neuroscience. Integral.

    -Nikola Tesla (2011). My Inventions: The Autobiography of Nikola Tesla. Martino Fine Books.

    -Ken Wilber (2012). Psychology – Consciousness, Spirit, Psychology. Therapy, Shambhala Press, Boston and London.

    -Fiona Macpherson (2018). Perceptual Imagination and Perceptual Memory. OUP Oxford.

    -Paul Levy (2018).Quantum Revelation: A Radical Synthesis of Science and Spirituality. Selected Books.

  • Como o xamanismo está conectado com a física quântica

    Como o xamanismo está conectado com a física quântica

    O xamanismo foi parte integrante da humanidade por milhares de anos. Na cosmologia xamânica há o conceito de que o universo tem dois reinos: um “mundo das coisas vistas” e um “mundo das coisas invisíveis”. O mundo invisível contém todos os aspectos do nosso mundo, mas eles são invisíveis para nós, incluindo os mundos espiritual, emocional, psicológico, mítico, arquetípico e dos sonhos.

    Os xamãs usam um estado alternativo de consciência para entrar no mundo invisível para fazer mudanças na energia encontrada ali de uma maneira que possa diretamente afetar o mundo físico. Eles estão com um pé no “mundo das coisas vistas” e um pé no “reino oculto”, enquanto se comunicam entre o domínio visível da matéria e o domínio invisível do mundo espiritual.

    De acordo com a física quântica, o passado e o futuro não estão separados, a localidade não existe, o mundo só passa a existir uma vez que é observado, e o que chamamos de realidade é uma das muitas dimensões paralelas, possivelmente infinitas. A característica mais incomum da realidade quântica é sua independência das restrições espaço-temporais da física clássica. Essa visão quântica do mundo é conhecida há milênios em culturas indígenas e essa cosmovisão reconhece que tudo existe em um fluxo dinâmico, onde tudo vibra e está relacionado, e em outras palavras, os sistemas entrelaçados “percebem” uns aos outros sem limitações de espaço e tempo.

    Leitura:

    -Jung, Carl G. (1993) [1952]. Synchronicity: An Acausal Connecting Principle. Bollingen, Switzerland: Bollingen Foundation.

    -Parry, G. A. (2006). Native Wisdom in QuantumWorld, Shift: at the frontiers of consciousness, 9.

    -Christina Pratt (2007). An Encyclopedia of Shamanism, Volume One. Rosen Publishing Group; 1 edition

    -Ervin Laszlo (2007). Science and the Akashic Field: An Integral Theory of Everything. Inner Traditions; 2nd edition.

    -Ervin Laszlo (2014). The Immortal Mind: Science and the Continuity of Consciousness beyond the Brain, Inner Traditions; 1 edition.

    -Frecska, E., Hoppal, M., Luna, L. E. (2014). Nonlocality and the shamanic state of consciousness, NeuroQuantology, 14(2): 155-165

    -Ervin Laszlo (2017). The Intelligence of the Cosmos: Why Are We Here? New Answers from the Frontiers of Science. Inner Traditions.

  • O significado e a origem quântica das sincronicidades

    O significado e a origem quântica das sincronicidades

    As sincronicidades tomam a forma de padrões que emergem de um contexto geral de probabilidade e têm um profundo significado para a pessoa que as experimenta, pois elas conectam o mundo interior de um indivíduo com uma ordem universal ou com o Unus Mundus, ligando a psique e a matéria. Frequentemente, essas coincidências ocorrem em pontos críticos da vida de uma pessoa e podem ser interpretadas como contendo as sementes de um crescimento futuro.

    Enquanto as leis convencionais da física não atendem aos desejos humanos ou à necessidade de significado, as sincronicidades agem como espelhos para os processos internos da mente, tomam a forma de manifestações externas de transformações interiores e exibem uma natureza transcendental e numinosa. Esses eventos e os fenômenos quânticos têm um terreno comum. Transcendental, na física quântica, refere-se a objetos quânticos que são “ondas de possibilidade”, potenciais transcentes que existem fora do espaço e do tempo, mas que podem afetar a realidade.

    A não-localidade da teoria quântica, a conexão direta entre os objetos, liga-se à sincronicidade ao conectar a consciência de objetos ou eventos fora da faixa clássica da percepção por meios não-causais. A “ação à distância” da teoria quântica, em que objetos se comunicam instantaneamente mais rápido que a velocidade da luz, relaciona-se à sincronicidade em seu potencial de comunicação instantânea entre um pensamento e um evento “externo” correspondente. Dessa maneira, no mundo da teoria quântica, nossas noções mais fundamentais sobre a realidade se desintegram, mas os fundamentos da sincronicidade começam a fazer sentido.

    Leitura:

    – Jung, Carl G. (1993) [1952]. Synchronicity: An Acausal Connecting Principle. Bollingen, Switzerland: Bollingen Foundation.

    -Cambray, J. (2009). Synchronicity: Nature and Psyche in an Interconnected Universe, Texas A&M University Press.

    -Igor Limar. Carl G. (2011). Jung’s Synchronicity and Quantum Entanglement: Schrödinger’s Cat ’Wanders’ Between Chromosomes. NeuroQuantology, NeuroQuantology, 9 (2): 313-321.

    -Mensky, M. B (2012). Synchronicities of Carl Jung Interpreted in Quantum Concept of Consciousness, NeuroQuantology, 10 (3): 468-481

    -Ponte, D. V. & Schäfer, L. (2013). Carl Gustav Jung, Quantum Physics and the Spiritual Mind: A Mystical Vision of the Twenty-First Century. Behav. Sci. 3: 601-618

  • A física quântica dos sonhos lúcidos e a modelagem da realidade

    A física quântica dos sonhos lúcidos e a modelagem da realidade

    As descobertas da física teórica nos últimos anos trazem uma confirmação científica da cosmovisão dos antigos xamãs, místicos e sonhadores sobre a existência de um lugar além da realidade que percebemos com os cinco sentidos, onde todas as coisas estão conectadas além do tempo e do espaço.

    Nesta visão, estamos acordados, apesar de estarmos, em certo sentido, sonhando. Essa visão inclui a ideia de que você tem acesso à consciência de ser um com tudo o que é, e portanto, do entrelaçamento entre você e o universo. O efeito observador, o pilar central da física quântica, revela que o ato da observação não é meramente uma recepção passiva da informação, mas um ato criativo do qual todos nós participamos, consciente ou inconscientemente, em todos os momentos de nossas vidas. Segundo alguns físicos quânticos esse processo equivale ao mesmo tipo de criatividade dinâmica com a qual nos envolvemos em nossos sonhos noturnos.

    Nesse sentido o melhor lugar para procurar a chance de um salto quântico em nossas vidas é onde muitos pioneiros e grandes pensadores encontraram a sua inspiração: o laboratório secreto do sonho lúcido. Ao dominar as habilidades do sonho lúcido, você está pronto para praticar o sonho quântico, tornando-se um cidadão pleno do universo multidimensional e presente na criação do seu mundo. Quando nos tornamos lúcidos em um sonho, ficamos naturalmente “no controle” de nós mesmos, ou seja, em contato com o nosso próprio poder soberano de co-criar a realidade.

    Leitura:

    – Hearne, K.M.T. (1981). Control your own dreams. New Scientist, 91: 783–785.

    -Hearne, K.M.T. (1982). Lucid dream induction. Journal of Mental Imagery.

    -Stephen LaBerge (1985). Lucid Dreaming: The Power of Being Awake & Aware in Your Dreams. Los Angeles, California: J. P. Tarcher.

    -Wolf, A. (1987). The Physics of Dream Consciousness: Is the Lucid Dream a Parallel Universe?” Lucidity Letter. Vol. 6, No. 2, pp. 130-135.

    -Alan Wolf (1994). The Dreaming Universe: A Mind Expanding Journey into the Realm Where Psyche and Physics Meet. New York: Simon & Schuster.

    -Alan Wolf (1996). On the quantum mechanics of dreams and the emergence of self-awareness. In Stuart R. Hameroff, Alfred W. Kaszniak & A. C. Scott (eds.), Toward a Science of Consciousness. MIT Press.

    -Kaiser, J. & Lutzenberger, W. (2003). Induced Gamma-Band Activity and Human Brain Function. The neurocientist. 9(6).

    -P. Granqvist, M. Fredrikson, P. Unge, A. Hagenfeldt, S. Valind, D. Larhammar, M. Larsson (2005). Sensed presence and mystical experiences are predicted by suggestibility, not by the application of transcranial weak complex magnetic fields. In: Neurosci. Lett.Band 379 (1): 1–6

    -Carlos Castaneda (2007). A arte de sonhar. Best Seller -Voss U1, Holzmann R, Tuin I, Hobson JA (2009). Lucid dreaming: a state of consciousness with features of both waking and non-lucid dreaming. Sleep, 32(9):1191-200.

    -Carl Jung (2011). Arquétipos e o inconsciente coletivo Vol. 9/1: Volume 9 . Editora Vozes; Edição: 11ª

    -Brian Greene (2011). The Hidden Reality: Parallel Universes and the Deep Laws of the Cosmos. Vintage

    -Paul Levy & Jean Houston (2018). Quantum Revelation: A Radical Synthesis of Science and Spirituality. SelectBooks

    -Dean Radin (2018). Real Magic: Ancient Wisdom, Modern Science, and a Guide to the Secret Power of the Universe. Harmony.

  • Nikola Tesla | Desvendando a magnificência dos 369

    Nikola Tesla | Desvendando a magnificência dos 369

    Nikola Tesla entendia uma lei fundamental da natureza desconhecida por muitos: a linguagem universal da matemática, uma ciência que foi descoberta pelos humanos, mas que não foi inventada. Tesla estava ciente dos padrões numéricos que ocorrem no universo e muitos dos seus hábitos giravam em torno do número 3 e de seus múltiplos, com uma atenção notável aos números 6 e 9.

    Ele afirmava que esses números são extremamente importantes, pois dentro desse algoritimo encontra-se uma ordem fundamental na qual a natureza se baseia: os conceitos básicos da geometria sagrada, os poderes do sistema binário e a matemática do vortex.

    Esses números são a chave para o universo porque eles estão além dos outros padrões encontrados na natureza e são, em última análise, a resposta para a nossa existência, e podem também ser considerados como um padrão que simboliza a iluminação.

    Leitura:

    -Alison Davidson (2000). The Royal R. Rife Report. Borderland Sciences Research Foundation

    -Dr. Joseph Poleo & Dr. Leonard Horowitz (2001). Healing Codes for the Biological Apocalypse. Tetrahedron Publishing Group

    -Hemenway, P. (2005). “Divine Proportion: Ф (Phi) In Art, Nature, and Science.” New York: Sterling Publishing Co.

    -Sepharial (2005). The Kabala of Numbers (1911). Book Jungle -Stephen Skinner (2009). Sacred Geometry: Deciphering the Code. Sterling; Reprint edition

    -Eileen Day McKusick (2014). Tuning the Human Biofield: Healing with Vibrational Sound Therapy. Healing Arts; 1 edition.

    -Ashish Dalela (2016). Mystic Universe: An Introduction to Vedic Cosmology. Shabda Press

  • O efeito Schumann | O campo magnético da terra e os fenômenos paranormais

    O efeito Schumann | O campo magnético da terra e os fenômenos paranormais

    As nossas mentes estão entrelaçadas ou conectadas umas às outras e podem se sincronizar a grandes distâncias com a ajuda das propriedades atmosféricas da Terra. Os fenômenos paranormais são baseados na suposição de que todos os seres vivos estão interconectados e se comunicam entre si através de campos biológicos e eletromagnéticos. A espécie humana e todos os seus bilhões de cérebros estão imersos em um meio compartilhado que é o campo magnético da Terra.

    Cientistas sugerem que um padrão de campo magnético serve como uma base para o emaranhamento ou a comunicação à distância, onde as sincronicidades e a ressonância podem ser alcançadas. Vários estudos demonstraram que durante as conexões de entrelaçamento ou sincronizações, a atividade cerebral é aumentada sobre o hemisfério direito a uma frequência de 7,83 hz. Curiosamente, a frequência de 7,83 hz é também conhecida como a ressonância schumann fundamental.

    Cientistas sugerem também que o campo magnético da Terra tem capacidade suficiente para armazenar informações dentro da energia associada aos potenciais de ação que foram gerados por cada cérebro humano que existiu no planeta. Então, dessa forma, temos acesso a informações não-locais de todo cérebro, presente ou passado que já existiu.

    A atividade geomagnética pode afetar a capacidade de detecção do cérebro para os fenômenos paranormais, especialmente as vias neurais que facilitam a consolidação e o acesso consciente a essas informações. Pessoas com ondas cerebrais alfa e theta dominantes, que são semelhantes aos valores primários da ressonância de Schumann em 7,83 hz, demonstram vivenciar eventos paranormais mais frequentemente.

    Leitura:

    -Miller, R.A., Webb, B. Dickson, D. (1975). “A Holographic Concept of Reality,” Psychoenergetic Systems Journal, 1: 55-62.

    -Miller, RA & Miller, I. (1981). The Diamond Body. Seattle, Wa. OAK. -L. B. Hainsworth (1983). “The Effect of Geophysical Phenomena on Human Health,” Speculations in Science and Technology, 6(5): 439-444

    -Persinger, M. A. (1985). Geophysical Variables and Behavior. Intense Paranormal Experiences Occur during Days of Quiet, Global, Geomagnetic Activity. Perceptual and Motor Skills, 61(1).

    -L. B. Hainsworth (1987). “Electrical Technology and Human Evolution,” Speculations in Science and Technology, 11(2)

    – Persinger, M.A. (1989). Psi phenomena and temporal lobe activity: the geomagnetic factor. In L.A. Henkel & R.E. Berger (Eds.), Research in parapsychology 1988 (pp. 121-156). Metuchen, NJ: Scarecrow Press.

    -Persinger, M.A., & Krippner, S. (1989). Dream ESP experiments and geomagnetic activity. Journal of the American Society of Psychical Research, 83: 101-106.

    -Sentmen, D.D. (1995). “Schumann Resonances” in Handbook of Atmospheric Electrodynamics , (ed. Volland), Vol. I, 267-295. Boca Raton: CRC Press.

    -Krippner, Stanley (1996). “Psi research and the human brain’s reserve capacities.” DynaPsych.

    -Robert O. Becker (1998). The Body Electric: Electromagnetism And The Foundation Of Life. William Morrow Paperbacks

    -Sidorov, L. (2000). “The imprinting and transmission of mentally-drected bioinformation.. JNLRMI, 1(1).

    -Sidorov, L. (2001). “On the possible mechanism of intent in paranormal phenomena.” Journal of Theoretics.

    -Pitkanen, M. (2002). “A model for remote mental interactions.” JNLRMI, 1(2).

    -Cherry, N. J. (2003). Human intelligence: The Brain, an electromagnetic system synchronised by theSchumann Resonance signal. Med Hypotheses, 60(6):843-4.

    -Matti Pitkanen (2006). Topological Geometrodynamics. Luniver Press.

    -Herbert L. König (2012). Unsichtibare Umwelt. Michaels-Verlag; Auflage: Neuauflage.

    -Saroka, K. S., Vares. D. E., Persinger, M. A. (2016). Similar Spectral Power Densities Within the Schumann Resonance and a Large Population of Quantitative Electroencephalographic Profiles: Supportive Evidence for Koenig and Pobachenko. PLoS ONE 11(1).