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A metafísica dos números | Os números e a criação do universo

Os pitagóricos viam os números não como quantidades mas como símbolos contendo várias qualidades, comparadas às qualidades dos pensamentos, emoções e ações humanas. O misticismo numérico dos pitagóricos é de origem egípcia (se não mais antigo ainda) e corresponde à filosofia subjacente a todas as artes e ciências do Egito. Os antigos egípcios entendiam que tudo no universo é animado por forças vitais onde os números designavam esses aspectos energéticos da natureza e consequentemente, todo o universo é animado e vibrante.
A estrutura e os padrões da aritmética e da geometria reconstituem os processos da criação encontrados em toda a natureza, nos quais os números e as suas formas associadas representam estágios no processo da transformação. Esses princípios numéricos não apenas se desdobram sequencialmente, mas interpenetram o universo simultaneamente em uma sinfonia cósmica. Os pitagóricos consideravam os primeiros dez números como os padrões originais para todos os princípios do cosmos.
Tudo começa com a mônada, o ponto, o número 1, se expandandindo em uma esfera que é representada por um círculo, a unidade e o potencial infinito. Como todos os polígonos vêm de um círculo e todos os poliedros vêm de uma esfera, tudo na realidade vem da mônada, da mente suprema distribuída por todas as partes do universo, a unidade absoluta. A separação primordial da unidade é chamada de díade, o número 2, que é representada pela Vesica Piscis. As três primeiras formas a emergir da vesica piscis, o triângulo, o quadrado e o pentágono (3,4,5) formam o padrão estrutural para todos os números e formas que se seguem. Nessa premissa, os números simbolizam princípios universais relativos aos movimentos da consciência e são portadores de informações que comunicam significados muito além de meras quantidades.
Leitura:
-Annemarie Schimmel (1993). The mystery of numbers. Oxford university press.
-Michael Schneider (1994). A Beginner’s Guide to Constructing the Universe, Harper Perennial.
– Gyorgy Doczi (2005). The power of limits. Shambhala.
-John Mitchell (2008). The dimensions of paradise, Inner traditions.
-Francini, A. (2009). Egyptian numerology: the pythagorean triangle and it’s esoteric meaning. Rosicrucian digest, 1.
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A vida secreta das árvores

As árvores são essenciais para o habitat e são as maiores e mais duradouras plantas do planeta. Como todos os outros organismos, as árvores também são produtos de forças eletromagnéticas, suas várias formas refletindo o equilíbrio particular entre duas forças opostas da energia metafísica que regulam a vida e a morte e que habitam em todos os sólidos, líquidos e gases; o biomagnetismo e a bioeletricidade.
Essas energias são oriundas de um reino arquetípico, o reino interno dinâmico, um campo vibrante de forças formativas, a partir do qual tudo floresce. A forma, estrutura interna e tempo de vida de uma determinada árvore também dependem do movimento invisível dessas energias em seu habitat natural e são moldados pela interação da gravitação e da levitação. Se não houvesse a levitação, as árvores apenas se espalhariam horizontalmente sobre o solo em uma massa verde amorfa. Porém elas se erguem para o céu, e o fazem em resposta a outra força operando na direção oposta, uma força vital, a energia aceleradora e edificante, o diamagnetismo, também chamado de força centrípeta.
Os aspectos energéticos invisíveis são primários e a forma manifestada externamente é o efeito secundário e cada árvore é um caminho de energia que troca, medeia e transforma as energias carregadas negativamente da Terra e as energias carregadas positivamente da atmosfera e do Sol à medida que cada uma penetra nos sistemas da coroa e da raiz. A maneira como essas energias polarizadas da Terra e do sol interagem elas se alternam entre a atração e a repulsão, o que gera uma pulsação que varia de acordo com a estação do ano, produzindo um terceiro tipo de energia, que é o crescimento dinâmico.
Leitura:
-Walter Russell (1926). The universal one.
-Callum Coats (2001). Living Energies: An Exposition of Concepts Related to the Theories of Viktor Schauberger. Gill Books.
-Ted Andrews (2006). Nature speak. Dragonhawk Publishing. -Johann Wolfgang von Goethe (2009). The metamorphosis of plants. MIT press.
-Shanta, B. N. (2015). Life and consciousness- the vedantic view. Communicative & integrative biology, 8:5.
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Como as vibrações da consciência moldam a realidade

Como uma forma de energia, o som há muito tem sido atribuído a uma capacidade criadora de formas. As ondas são a fonte do som e a fonte estrutural da matéria, já que elas são o resultado de flutuações da consciência, oscilando para frente e para trás entre os dois reinos da existência, o reino quântico e o reino material.
Essas flutuações da consciência ocorrem em uma subestrutura invisível que sustenta o universo, conhecido como o éter, produzindo padrões de interferência tridimensional que resultam em ondas estacionárias que são de natureza geométrica. Assim, o som é um instrumento por meio do qual os padrões de frequência temporais podem se tornar padrões espaciais e geométricos e a geometria formada é baseada em polígonos regulares e sólidos platônicos, os blocos de construção da nossa realidade.
O padrão de como as ondas passam no éter tem apenas uma forma, a onda senoidal, e quando essas ondas senoidais giram em torno de seu centro em três dimensões elas criam o toro. O centro do toro é o ponto de entrada / saída entre a realidade física visível de espaço-tempo e a realidade metafísica invisível de tempo-espaço. Os fótons são atraídos pelas linhas de força do toro, fluindo, dando voltas e girando ao longo dessas linhas para formar partículas subatômicas, e em seguida átomos, moléculas e depois a matéria como a conhecemos. Isso significa que a geometria que compõe a nossa realidade é formada por fótons sendo refletidos no éter sendo vibrado pelas forças da consciência.
Leitura:
-Robert Lawlor (1982). Sacred geometry: philosophy and practice. Thames & Hudson Ltd.
-Callum Coats (2001). Living Energies: An Exposition of Concepts Related to the Theories of Viktor Schauberger. Gill Books; 2. Edition.
-Samuel Colman (2017). Nature’s Harmonic Unity. Forgotten Books.
-João Mendes (2017). Sound: the fabric of soul, consciousness, reality, and the cosmos . Quantum World Enterprises, LLC.
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As leis universais | A lei da unidade divina

O universo é governado por princípios básicos e ordenadores, por certas leis que operam em todos os níveis da realidade. Na filosofia hermética, o início de tudo é visto como a unidade, o primeiro princípio e por isso, a lei da unidade é reconhecida como a primeira lei universal. A lei da unidade divina nos diz que tudo o que existe está conectado com tudo o mais e também está conectado com a unidade da qual emergiu, um campo de inteligência além do espaço e do tempo que permeia todas as partes visíveis e não visíveis da criação.
Essa unidade é infinita, tanto em termos de tempo quanto de lugar, ou seja ela é eterna, está em toda parte e permeia tudo e também é infinita em termos de força, em outras palavras, ela é ilimitada. Esse campo de inteligência é muitas vezes descrito como o campo unificado da consciência, um campo auto-organizador inteligente que interage consigo mesmo, tem consciência de si mesmo, responde dinamicamente à sua própria presença, pois essa auto interação dinâmica é responsável pelo surgimento do universo.
Isso significa que tudo é em essência consciência e como essa consciência é a essência de tudo, ela não é apenas a essência dos seres humanos mas, portanto, também dos planetas, dos sóis, dos animais, das plantas e dos minerais, interconectando todas as coisas.
Leitura:
-Walter Russell (1926). The universal one: an exact science of the one visible and invisible universe of mind.
-Marja de Vries (2012). The whole elephant revealed: insights into the existence and operation of universal laws and the golden ratio. John Hunt Publishing.
-Di Biase, F. Brain and cosmos: the unified field of consciousness.
-Hagelin, J. Beyond miracles: the discovery of the unified field and its practical applications. Subtle energies & energy medicine, 18(1).
-Zaveri, V. K. Unified field of consciousness. -Três iniciados (2017). O Kybalion. Arcanum Editora; 1ª edição.
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Noosfera | O campo mental da Terra

A noosfera é uma esfera de pensamento e energia espiritual que circunda a terra e que se expande além do nosso planeta para o universo. A noosfera representa um crescimento contínuo na evolução de complexidade crescente e consciência que se expande no espaço e no tempo. Na noosfera é onde ocorre a interação entre as mentes humanas e a imersão da espécie humana no campo magnético da Terra e nas ressonâncias de Schumann cria as condições para a produção da noosfera e para a sua expansão potencial para o espaço. Os campos bioeletromagnéticos, como os irradiados pelos corações e cérebros humanos, podem afetar outros indivíduos e, potencialmente, acoplar-se a noosfera.
A consciência tem o potencial de uma força unificada e sincronizada para mudar o mundo e ao interagir com a Noosfera, o corpo mental da terra, podemos passar por uma transição de fase de “jornada espiritual” da matéria para o espírito. Pesquisadores sugerem que a evolução alcançará um ponto ômega: um ápice de pensamento e consciência, que pode ser identificado com o retorno da consciência crística, o desenvolvimento de uma superconsciência que se tornará totalmente independente do mundo material.
A verdadeira natureza da humanidade pode ser caracterizada como a consciência da unidade, coerência e unificação espiritual e a função cósmica do ômega consiste em iniciar e manter a unidade fundamental pronfunda entre todas as coisas.
Leitura:
-Grandpierre, A. (1996). The physics of collective consciousness. Journal of general evolution, 48(1-4): 23-56.
-Svodoba, J. (2006). On the verge of the third crossing: reflections on the meaning of evolution and the future of humanity.
-Peter B. Todd (2013). Teilhard and other modern thinkers on evolution, mind and matter. Teilhard studies.
-Pal, D. (2015). The power of the mind to influence other minds by the will-force in the presence of consciousness leading to super-consciousness. American journal of modern physics. 3(6): 261-279.
-McCraty, R. & Deyhle, A. (2016). The science of interconnectivity: exploring the human-earth connection. HeartMath Institute.
-Shelli Renée Joye (2020). Teilhard’s hyperphysics: energy and the noosphere.
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Jornada xamânica | A viagem de retorno ao EU SUPERIOR

De acordo com a cosmologia xamânica, existem três planos internos de consciência: os mundos superior, médio e inferior. Esses três mundos estão ligados por um eixo central, o axis mundi, o centro transcendental dos mundos, que pode ser visto como uma abertura ou canal para outros reinos do ser. Uma das funções mais vitais que um xamã desempenha é a de resgate da alma, em que o espírito do xamã deixa o corpo para procurar as almas que se perderam.
O homem moderno perdeu a conexão consistente com a totalidade resultando na perda da alma. Em uma visão de mundo xamânica, as partes deslocadas da alma são carregadas para o mundo inferior; e na psicologia, afirma-se que elas retrocedem para o inconsciente. O mundo da psique inconsciente, e para o xamã na realidade incomum, há um cosmos igual ao mundo físico com sua própria paisagem, feita de imagens com energia e vontade próprias que são conhecidos como arquétipos.
Os arquétipos são as formas pelas quais a natureza se expressa e a influência psíquica da Terra e das suas leis são vistas mais claramente nessas imagens primordiais. O sagrado se manifesta na natureza selvagem e por meio do reino do imaginal e nesse sentido, a única maneira de lidar com a perda profunda da conexão com a alma é restabelecer a nossa conexão com o sagrado.
Leitura:
-Walsh, R. (1991). Shamanic cosmology: a psychological examination of the shamanic universe. ReVision, 13: 86-100.
-James Hillman (1996). The soul’s code: in search of character and calling. Random House.
-Carl G. Jung (2002). The earth has a soul: C.G. Jung on nature, technology and modern life. North Atlantic Books.
-Ted Andrews (2003). Nature speak. Signs, omens and messages in nature. Dragonhawk Publishing.
-Bright, B. (2009). The shamanic perspective: where Jungian tought and archetypal shamanism converge.
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Como o passado, presente e futuro existem simultaneamente

Cientistas sugerem que o futuro, o passado e o presente são relativos e se sobrepõem, e que devido ao emaranhamento, o futuro pode afetar o passado e pode ser experimentado no presente, dependendo do quadro de referência de um observador.
Nesse conceito, o tempo não flui de maneira linear mas circular em loops infinitos, o que significa que é possível viajar para o futuro e para o próprio passado ou para futuros e passados múltiplos que podem coexistir, paralelamente, lado a lado. O futuro e o passado estão emaranhados como uma continuidade no espaço-tempo e isso significa que as informações podem ser transmitidas do passado para o futuro e do futuro para o passado simultaneamente.
Na realidade tridimensional, o espaco é infinito, porém no reino quântico o tempo é infinito. Sendo infinito ele não é linear e não há separação entre o passado e o futuro, tudo acontece agora mesmo e há espaços infinitos que podem caber no tempo, que são possibilidades, realidades potenciais, dimensões e experiências ilimitadas.
Leitura:
-Itzahak Bentov (2000). A brief tour of higher consciousness: a cosmic book on the mechanics of creation. Destiny Books.
-Alan Wolf (2007). The yoga of time travel. Wisdom Tree.
-Joseph, R. G. (2014). The time machine of consciousness. Past, present and future exist simultaneously. Journal of cosmology, 18: 331-375.
-Joe Dispenza (2019). Becoming supernatural: how common people are doing the uncommon. Hay House Inc.
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Meditação curativa com o som da água | 432 Hz

A ciência explica que ver ou ouvir os sons suaves da água em movimento desencadeia uma resposta em nosso cérebro que induz uma enxurrada de substâncias neuroquímicas. Esses produtos químicos aumentam o fluxo sanguíneo para o cérebro e o coração, o que induz ao relaxamento.
O som da água pode alterar os padrões de ondas do seu cérebro para induzir um estado meditativo. Tudo isso pode ajudar a diminuir os níveis de estresse, promover clareza mental, melhorar os padrões de sono e até ajudar no combate à ansiedade.
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A vida secreta da água

A água é uma substância primordial e fundamental para todos os processos vitais, e é considerada o sangue da Mãe-Terra. A água como a substância original foi formada pelas energias sutis chamadas à existência através de um movimento original, que foi responsável pela dinâmica evolutiva da Terra e do Cosmos.
Toda vida é movimento e o movimento na natureza não está em linhas retas, mas em espirais ou em vórtices em espiral, onde as espirais são a forma real da energia, o movimento natural da vida, da estrutura das galáxias até o átomo. A natureza usa o movimento vortical em espiral para construir, estruturar e purificar e existem duas formas de movimento espiral-vortical, o movimento centrípeto (de fora para dentro) e o movimento centrífugo (de dentro para fora).
Quando a água é agitada e enrolada radialmente, isto é, de fora para dentro, a água resfria automaticamente liberando energias vitalizantes para o meio ambiente. A contração centrípeta produz uma queda de temperatura criando um vácuo, que gera o diamagnetismo que, por sua vez, produz uma força de implosão, que é a principal fonte de animação da vida, a energia atômica original.
Leitura:
-Crabb, R. H. & Thompson, T. M. (1985). Implosion: Viktor Schauberger and the path of natural energy.
-Callum Coats (1996). Living Energies.
-David Bellamy (2003). Hidden Nature.
-Ola Raknes (2004). Wilhelm Reich and Orgonomy: the brilliant psychiatrist and his revolunionary theory of life energy.
-Greeley, J.-A. (2017). Water in native american spirituality: liquid life- blood of the earth and life of the community. Green humanities, 2: 159-179.
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Os sólidos platônicos | A geometria que cria a realidade

A energia do éter pode se organizar em padrões de ondas geométricas básicas que receberam o nome de Platão, os sólidos platônicos para formar a matéria. Na física do éter, o toro é o componente principal que permite uma incorporação fractal contínua do fluxo de energia da escala atômica à escala galática. A forma do toro é considerada como uma forma que pode ser perfeitamente descrita por um conjunto de espirais Phi, que espiralam em um ponto zero perfeito no núcleo do vórtice.
O evento de energia mais fundamental, um fóton de luz, pode ser visto como uma flutuação toroidal que emana do campo unificado subjacente. A energia flui em um vórtice, através do eixo central, sai do outro vórtice e então se enrola para retornar ao primeiro vórtice de entrada. No processo de criação, a consciência se transforma em luz, e a luz em forma geométrica e a forma geométrica em matéria. Uma esfera, que representa essa luz indiferenciada se move, polarizando-se em opostos, que são simbolizados por dois círculos que se cruzam, conhecidos como a Vesica Picis. Os dois pólos giram em direções opostas em padrões de energia rítmica, criando dessa forma um campo de energia giratório, o toro, que exibe linhas de força, ou seja, a geometria platônica sobre as quais os átomos se configuram para manifestar a matéria.
Assim, os cinco sólidos platônicos incorporam coletivamente o projeto divino subjacente a todos os níveis da existência, incluindo o universo físico. Eles representam ideias que se originam de um ponto zero desconhecido, um campo virtual de potencial infinito que pode ser explorado pela imaginação.
Leitura:
-Robert Lawlor (1982). Sacred geometry: phylosophy and practice. Thames & Hudson.
-Amy Edmondson (1987). A Fuller explanation: the synergetic geometry of Richard Buckminster Fuller. Burkhauser, Boston.
-Wasyliw, I. (1998). The musical universe.
-Drunvalo Melchizedek (1999). The ancient secret of the flower of life, vol. 1.
-Paul la Violette (2004). Genesis of the Cosmos: The Ancient Science of Continuous Creation.
-Tavakoli, A. & Gisin, N. (2020). The Platonic solids and fundamental tests of quantum mechanics. Quantum.
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Meditação curativa com o som da água | 432 Hz

A ciência explica que ver ou ouvir os sons suaves da água em movimento desencadeia uma resposta em nosso cérebro que induz uma enxurrada de substâncias neuroquímicas. Esses produtos químicos aumentam o fluxo sanguíneo para o cérebro e o coração, o que induz ao relaxamento.
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