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7.83 Hz | Ressonância de Schumann | Frequência de cura da Terra

A terra produz um campo eletromagnético natural em uma faixa de frequências específica. Em 1957 Winfried Otto Schumann calculou as frequências de ressonância da cavidade da ionosfera terrestre e fixou a onda estacionária predominante em torno de 7,83 Hz, porém a existência de tais ressonâncias foi postulada e descrita por Nikola Tesla pelo ano de 1899.
O valor de 7,83 Hz está em sincronia com as frequências em que nossos corpos trabalham, particularmente o cérebro e o coração. Pessoas com ondas cerebrais alfa e teta dominantes, que são semelhantes aos valores primários da ressonância de Schumann em 7,83 hz, demonstram vivenciar eventos paranormais mais frequentemente. Ligando-nos conscientemente à ressonância de Schumann fundamental, estamos essencialmente tirando vantagem estratégica da relação harmônica natural entre a Terra e nós mesmos.
Leitura:
-Herbert L. König (2012). Unsichtibare Umwelt. Michaels-Verlag; Auflage: Neuauflage.
-Robert O. Becker (1998). The Body Electric: Electromagnetism And The Foundation Of Life. William Morrow Paperbacks.
-Miller, RA & Miller, I. (1981). The Diamond Body. Seattle, Wa. OAK.
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O poder criativo da solidão

Como resultado do estilo de vida moderno, desprovido de introspecção e reflexão silenciosas, a nossa psique está profundamente perturbada, e as atividades ilimitadas que caracterizam o estilo de vida diário das pessoas levaram a indivíduos extrovertidos e sobrecarregados. Porém, a cura para todas as doenças da vida poder estar armazenada na profundidade interior da própria vida, cujo acesso se torna possível quando estamos sozinhos.
Ao longo da história e em todas as culturas, o afastamento das exigências da vida quotidiana para contemplar a vida no silêncio e na solidão foi praticado de várias formas. A solidão na natureza é uma antiga forma de iniciação usada cerimonialmente pelas culturas indígenas em todo o mundo e estas práticas desafiam o indivíduo que sozinho na natureza a lutar contra o medo e a solidão, apenas para descobrir forças interiores e a sua verdadeira identidade.
Pessoas excepcionais sofreram longos períodos de confinamento solitário sem chegarem a sentir que as suas vidas não tinham sentido, enquanto outras procuraram deliberadamente semanas ou meses de solidão por razões diferentes. Parece, portanto, que algum desenvolvimento da capacidade de estar sozinho é necessário para que o cérebro funcione da melhor forma e para que o indivíduo possa realizar o seu potencial mais elevado.
Leitura:
-Carl G. Jung (2002): The Earth Has a Soul. Jung on Nature, Technology and Modern Life.
-Ruth Haley Barton (2006). Sacred Rhythms. Arranging Our Lives for Spiritual Transformation.
-Stavros, J. B. (2015). The Philosophy of Solitude. Encephalos, 54: 14-24.
-Naor, L. & Mayseless, O. (2020). The Wilderness Solo Experience: A Unique Practice of Silence and Solitude for Personal Growth. Frontiers in Psychology.
-Robert J. Coplan et. al. (2021). The Handbook of Solitude: Psychological Perspectives on Social Isolation, Social Withdrawal and Being Alone.
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O poder curativo das cores

A cor é uma parte integrante das nossas vidas e reflete a sua beleza desde as roupas que vestimos até os alimentos que comemos. A cor é uma linguagem esquecida que existe desde o início dos tempos e pode afetar as emoções, o humor, a forma de percepção, a sensação de bem-estar ou desconforto e o fluxo e a quantidade de energia no corpo.
A cura pela cor, conhecida como cromoterapia é uma prática milenar que visa auxiliar na cura em todos os níveis (mental, espiritual e físico). O corpo é uma expressão externa daquilo que está acontecendo na mente, na alma (subconsciente) e no espírito (superconsciente) de um indivíduo. A cor pode ajudar a impulsionar o corpo cansado ou doente, já que a cor é luz e energia.
Leitura:
-Francesca Mccartney (2005). Body of health.
-Derafshi, Z. & Abbasian, G-R. (2016). Chromotheraphy in the field of advanced pranic healing. Journal of language and translation, 2(12): 1-9.
-Gupta, R. (2021). Color therapy in mental health and well being. International journal of all research education and scientific methods, 9(2).
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