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O significado metafísico da babilônia

As escrituras fazem muitas referências à Babilônia. Embora às vezes ela seja retratada figurativamente como uma mulher, a babilônia simboliza uma igreja, uma cidade ou uma nação. A Babilônia não era apenas um lugar físico, mas ela também simboliza o estado mental do humano, o sistema mundano oposto a Deus.
Esta mulher “misteriosa é a mãe da confusão da mente sob a lei dos sentidos. Porém, por trás das circunstâncias externas e visíveis existem causas mentais e espirituais, já que a manifestação é o resultado da atividade interna da mente. A mente forma o núcleo das atrações que acabam por se consolidar como os fatos externos e assim o reino psíquico é, portanto, o reino potencialidades infinitas.
A mente das massas considera o lado corpóreo da vida como tudo o que existe e isso é tipificado pela construção da Torre de Babel. Uma das marcas da Babilônia é a marca da feitiçaria, a marca do uso invertido dos poderes espirituais e mentais.
Leitura:
-Thomas Troward (1913). Bible Mystery.
-Thomas Troward (1921). Hidden Power.
-Joseph Murphy (1963). O poder do subconsciente.
-Ernest Holmes (2023). A mente criativa e o sucesso.
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O poder secreto da respiração

A respiração nos traz à vida e nos sustenta por todo o caminho. Ela é a essência a partir da qual os filósofos construíram a entidade conhecida por eles como a consciência. De acordo com os escritos da índia antiga, uma inteligência primordial, Brahman, criou todas todas as coisas materiais e espirituais respirando uma essência, uma força vital. Esta força inclui as duas grandes forças de atração e repulsão, onde uma expiração da essência desconhecida produz o mundo e uma inalação faz com que ele desapareça.
A respiração é controlada não fisicamente, mas metafisicamente e quando a respiração cessa, isso significa que a força vital foi extinta, de cuja existência contínua depende toda a respiração. A força vital é o sinônimo da energia atômica animadora de grau superior que serve à vida, que é por vezes chamada de diamagnetismo. Esta força vital está no ar, mas ela não é o ar e nem um de seus constituintes químicos.
Nós estamos constantemente inalando o ar carregado de força vital, e estamos constantemente extraindo-a do ar e apropriando-a para nossos usos e através da respiração controlada e regulada, nós somos capazes de extrair um suprimento maior, que é armazenado no cérebro e nos centros nervosos. Por outro lado, padrões respiratórios inconscientes podem levar à supressão da emoção e do fluxo de energia, que podem se manifestar com sintomas físicos, mentais e emocionais. Quando a respiração é regular e livre, o corpo é capaz de receber os muitos componentes vitais da respiração e a energia dentro do corpo pode fluir livremente.
Leitura:
-Wilhelm Reich (1942). The function of the orgasm. Discovery of the orgone. Vol. 1.
-Callum Coats (1996). Living energies. An exposition of concepts related to the theories of Viktor Schauberger.
-Stolkiner, J. (1997). The emotional functioning of the breath and ist applications in theraphy. International Journal of Core Energetics, 5: 59-77.
-Viktor Schauberger & Callum Coats (1999). Nature as teacher. New principles in the working of nature.
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Como a lua influencia a vida na Terra

O nosso vizinho celestial mais próximo, a lua, tem um valor tremendo para a civilização e as culturas. Em várias civilizações, a lua foi retratada como uma divindade e um fenômeno sobrenatural, e ela era tema da mitologia e do folclore. A lua foi chamada de “princesa” que “governa corretamente o reino terrestre, superando os outros planetas não em potência, mas em proximidade.
A lua não apenas influencia a água, o crescimento, o ritmo e os ciclos, mas também a consciência e representa um princípio espiritual, um extremo dos opostos na natureza dualística do nosso mundo. Como a lua é iluminada pelos raios do sol, ela é considerada feminina, e está associada a prata e à operação de destilação, uma das sete operações espirituais e transformacionais alquímicas.
A lua é descrita como a “matéria” ou “luz astral”, uma substância aquosa que não tem forma própria, mas que pode assumir a forma de coisas específicas. Nesse sentido, a importância da lua e da sua influência sobre a humanidade transcendem o que a ciência e a tecnologia retratam como sendo a nossa Lua, já que quando falamos da lua como um corpo físico nos céus, a sua natureza física é apenas a revelação externa, a mais externa do princípio espiritual por trás dela.
Leitura:
-Rudolf Steiner (1923). The spiritual individualities of the planets.
-Hamilton, N. (1985). The alchemical process of tranformation.
-Häffner, M. (1991). The dictionary of alchemy.
-Rodman R. Clayson (2015). Our cosmic neighbors. Story of the stars.
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A metafísica dos números | A mônada

Cada número é uma lei em si, que nunca se desvia do princípio por trás da lei que o rege, sendo cada um, um símbolo de um tipo de influência ou energia que pode ser aplicado a tudo o que existe. O número 1, a mônada, significa Deus, o ser supremo, a divindade ou a totalidade de todas as coisas.
Da mônada evoluiu a díade, dela os números, dos números os pontos, depois as linhas, então as entidades bidimensionais, as entidades tridimensionais e os corpos, culminando nos quatro elementos terra, água, fogo e ar, a partir dos quais o resto do nosso mundo é construído.
Sendo o princípio subjacente a todos os números e do qual todos os números surgem, o número 1 é simbolizado por um círculo com um ponto no centro. O 1 representa a unidade de toda a vida pois ele é indivisível. Divida 1 em 1 e você ainda terá 1. Multiplique 1 por si mesmo e o 1 permanece.
Leitura:
-Drunvalo Melchizedek (2000). The ancient secret of the flower of life. Volume 1. Light Technology Publishing
-Shirley B. Lawrence (2001). The secret science of numerology. The hidden meaning of numbers and letters. New Page Books.
-Marja de Vries (2012). The whole elephant revealed: insights into the existence and operation of universal laws and the golden ratio. John Hunt Publishing.
-Ruth Phelps (2015). The universe of numbers. Supreme Grand Lodge Of The Ancient and Mystical Order Rosae Crucis.
-Thomas Troward (2022). O processo criativo no indivíduo. Poder do Eu Superior.
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O poder sagrado do seu nome

Para os antigos místicos, os nomes eram vistos como a essência espiritual por trás da forma física e da consciência. Assim como os números não eram apenas símbolos de quantidades, as letras não eram apenas símbolos de sons. Ambos foram projetados para revelar significados mais profundos aos iniciados nos mistérios e geralmente as palavras foram formadas para abraçar os atributos por trás das próprias palavras.
Os nossos nomes não são acidentais e escolhemos a vibração que nos ajudará a cumprir a nossa missão e esta é a vibração que chega que contém a chave para os talentos e o destino de uma criança. O nome é a palavra mágica que cada um de nós recebeu quando nasceu, uma palavra que nos dá o poder de equilibrar os nossos corpos, tanto física quanto espiritualmente, e nos permite despertar o nosso potencial de alma mais elevado.
Leitura:
-Shirley B. Lawrence (2001). The secret science of numerology. The hidden meaning of numbers and letters.
-Ted Andrews (2017). The sacred power of your name. Using your name for personal empowerment and healing.
-Ted Andrews (2021). Sacred sounds. Magic & healing through words and music.
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Guias espirituais | Os elementais e os espíritos da natureza

Existem entidades metafísicas que são chamadas de espíritos da natureza, ou às vezes de elementais, e eles não são apenas personificações simbólicas ou projeções psicológicas, já que eles possuem mentes e vontades autônomas. Esses espíritos geralmente se manifestam em fenômenos naturais que servem de suporte para as suas manifestações, e muitas vezes eles habitam características inusitadas e marcantes da paisagem natural.
Eles existem em uma dimensão extra, no reino metafísico, mas eles são fundamentais para toda a vida na Terra, ou seja, ele são considerados essenciais para a propagação da natureza. Os elementais do mundo metafísico interagem com o mundo físico através dos quatro elementos em que eles habitam, operam e de que são compostos, terra, água, fogo e o ar.
Em geral, esses espíritos não são totalmente materiais, mas também não são totalmente imateriais, pois eles são intermediários entre a matéria e a mente, chamados de energia e psique. Esse reino intermediário é multidimensional e o outro mundo não parece o mesmo que o ambiente natural para a nossa visão normal no estado de vigília da consciência. Em vez disso, o reino metafísico é uma paisagem simbólica de sonho cheia dessas presenças semivisíveis.
Leitura:
-D. N. Dunlop (1920). Nature spirits and the spirits of the elements. The Blavatsky lecture.
-Carl Gustav Jung (1959). Archetypes and the collective unconscious.
-Ted Andrews (1993). Enchantment of the faerie realm. Communicate with nature spirts and elementals.
-Ruppert Sheldrake (1995). The presence of the past: morphic resonance and the habits of nature.
-Reynolds John Myrdhin (2004). The Soul, Nature Spirits, and Developing a Personal Relationship with Nature and the Natural Environment in the Light of Tibetan Shamanism.
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A arte secreta da levitação

A arte secreta de vencer a gravidade foi praticada desde os primórdios da civilização. O termo levitação é derivado da palavra grega levit e significa uma força de sucção formativa e propulsora na qual uma energia atômica (metafísica) é ativa, cuja direção de propagação é principalmente vertical.
A explicação da levitação leva a áreas químicas e físicas, mas também às regiões sutis além de nossa realidade perceptiva tridimensional. Pesquisadores sugerem que a levitação resulta de uma interação com o éter, que pode ser feita de diversas formas, incluindo sonora, magnética, elétrica, térmica, eletromagnética ou até mesmo pelo poder da mente.
A levitação poderia ser o resultado da mente “tocar” a energia do ponto zero do vácuo quântico em um estado alterado de consciência, já que tanto o mundo físico quanto o mental brotam dessa energia espiritual.
Leitura:
-David Childress. Antigravity and the world grid.
-John Hutchison (1993). The Hutchinson effect apparatus. Electric spacecraft journal.
-Paul LaViolette (2008). Secrets of antigravity propulsion. Tesla, Ufos, and classified aerospace technology.
-Provatidis, C. (2012). A review on antigravity, levitation, resonance, and devices inspired by the ouroboros serpent. The rose croix journal.
-Gobbi, J. (2021). Schauberger Technology.
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Efeito Schumann | O campo magnético da Terra e o despertar da consciência

Medições ao longo dos últimos cem anos mostram que o campo magnético da Terra está diminuindo drasticamente e que a polaridade do campo será invertida em poucos meses. Cientistas afirmam que desde 2019, a radiação do centro galáctico aumentou, de onde uma radiação correspondentemente mais forte está sendo emitida.
Desde então, esse aumento de radiação ativou, entre outras coisas, os lasers de micro-ondas, conhecidos como masers, de todas as estrelas da via láctea, incluindo o nosso sol. O nosso sol vem se comportando de forma extremamente estranha há alguns anos e ele está em um estado extremamente ativo como nunca antes. Essas atividades são entendidas como explosões, que se transformam posteriormente em ventos solares.
Esses ventos solares, compostos de elétrons e prótons, podem atingir velocidades de até 5,6 milhões de quilômetros por hora e chegando à nossa terra, eles causam, entre outras coisas, mudanças drásticas no campo magnético terrestre. Há especulações de que o campo possa ficar muito fraco ou até mesmo desaparecer completamente, quebrando assim a proteção fornecida pela magnetosfera e esse seria o mecanismo pelo qual a consciência cósmica humana está sendo desperta.
Leitura:
-Rick Strassmann (2000). DMT: The Spirit Molecule: A Doctor’s Revolutionary Research into the Biology of Near-Death and Mystical Experiences.
-Horst Willigmann (2002): Grundriss der Heimschen Theorie.
-Morpheus (2006). Transformation der Erde. Interkosmische Einflüsse auf das Bewusstsein.
-Ludwig, T. (2021). Nikolai Kozyrev: his theory of time and the true positions of the stars.
-Alexander Trofimov. Hypo-Magnetic Chamber.
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A inteligência artificial e o futuro cibernético da humanidade

Os sistemas digitais vêm ganhando espaço no nosso dia a dia e recentemente, uma das tendências tecnológicas mais controversas tem sido o surgimento da inteligência artificial. A inteligência artificial hoje é conhecida como IA estreita ou fraca, na medida em que ela é projetada para executar uma tarefa restrita, por exemplo, apenas o reconhecimento facial, pesquisas na internet ou dirigir um carro e assim, ela não pode exibir criatividade, desreprogramação, emoções ou livre arbítrio.
No entanto, o objetivo de longo prazo de muitos pesquisadores é criar IA geral ou forte que superaria os humanos em quase todas as tarefas cognitivas. Há uma conexão crescente entre a psique, o comportamento humano e a eletrônica, já que ela nos tornou tão dependentes hoje que não podemos mais existir sem ela. Se essa tedência for mantida, a humanidade se identificará com o eletromagnético e no final surgirão seres que não têm muito em comum conosco, mas representam um novo passo de desenvolvimento como robôs ou cyborgs, organismos cibernéticos que são estruturados eletronicamente.
Os ciborgues humanos de IA apareceriam a princípio como super-heróis, já que muitos teríam cérebros de computação quântica, a capacidade de se comunicar telepaticamente e força sobre-humana. No entanto, tudo isso seria uma armadilha para manter os humanos trancados em um mundo simulado, sob o controle da IA, sem espaço para o crescimento espiritual.
Leitura:
-Machado, A. et al. The emergence of artificial consciousness and its importance to reach the technological singularity.
-Matzner, T. The human is dead. Long live the algorithm.
– Goutan, P. (2014). Artificial Intelligence and consciousness.
-Hildt, E. (2019). Artificial Intelligence: Does consciousness matter?
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O significado da reencarnação | As memórias de vidas passadas

Há pessoas que afirmam lembrar-se de existências anteriores e para elas, a única explicação lógica para essas memórias tão detalhadas é que elas já existiram antes. Porém, os místicos e cientistas sugerem que as pessoas que têm memórias de vidas passadas estão somente sintonizadas com as memórias de outras pessoas em um campo unificado de consciência.
Esse campo da consciência é também chamado de Akasha ou vácuo quântico, que é o mecanismo de informação holográfica que registra a experiência histórica da matéria, mas também os nossos potenciais de transcendência no futuro, e todos os indivíduos têm acesso a essa mente universal. A sua consciência é um grande reservatório que contém experiências e reações mentais de todas as épocas.
Isso significa que a consciência infinita, ativa em todos os seres humanos, compôs todas as escrituras, fala todas as línguas, construiu todas as pirâmides, escreveu todos os livros, esteve em toda parte, viu tudo e experimentou tudo. As impressões sensoriais de cada ser humano que já viveu estão presentes dentro de nós e uma pessoa pode, portanto, sintonizar prontamente as frequências vibracionais das experiências passadas de outra pessoa e mantê-las como as suas.
Leitura:
– Persinger, M.A. (1989). Psi phenomena and temporal lobe activity: the geomagnetic factor. In L.A. Henkel & R.E. Berger (Eds.), Research in parapsychology 1988 (pp. 121-156). Metuchen, NJ: Scarecrow Press.
-Ruppert Sheldrake (2009). Morphic Resonance: The Nature of Formative Causation.
-Erwin Lászlo (2007). Science and the Akashic Field: An Integral Theory of Everything.
-Ruppert Sheldrake (2012). The Presence of the Past: Morphic Resonance and the Memory of Nature.
-Joseph Murphy (2013). Telepsiquismo.
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O poder secreto da respiração

A respiração nos traz à vida e nos sustenta por todo o caminho. Ela é a essência a partir da qual os filósofos construíram a entidade conhecida por eles como a consciência. De acordo com os escritos da índia antiga, uma inteligência primordial, Brahman, criou todas todas as coisas materiais e espirituais respirando uma essência, uma força vital. Esta força inclui as duas grandes forças de atração e repulsão, onde uma expiração da essência desconhecida produz o mundo e uma inalação faz com que ele desapareça.
A respiração é controlada não fisicamente, mas metafisicamente e quando a respiração cessa, isso significa que a força vital foi extinta, de cuja existência contínua depende toda a respiração. A força vital é o sinônimo da energia atômica animadora de grau superior que serve à vida, que é por vezes chamada de diamagnetismo. Esta força vital está no ar, mas ela não é o ar e nem um de seus constituintes químicos.
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Leitura:
-Wilhelm Reich (1942). The function of the orgasm. Discovery of the orgone. Vol. 1.
-Callum Coats (1996). Living energies. An exposition of concepts related to the theories of Viktor Schauberger.
-Stolkiner, J. (1997). The emotional functioning of the breath and ist applications in theraphy. International Journal of Core Energetics, 5: 59-77.
-Viktor Schauberger & Callum Coats (1999). Nature as teacher. New principles in the working of nature.
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